Presidente da Câmara fala à imprensa sobre o Plano Diretor e o desenvolvimento da Capital

30 de agosto de 2017
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Em entrevista à imprensa ontem , o presidente da Câmara Municipal de Goiânia, vereador Andrey Azeredo (PMDB) falou sobre as oficinas “Apresentação do Plano de Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana de Goiânia (PDI RMG) e “Apresentação da Revisão do Plano Diretor de Goiânia 2017 – Diagnóstico”, que serão realizadas amanhã e quinta-feira, 30 e 31 de agosto, no auditório Jaime Câmara, na Casa, e serão ministradas por profissionais da secretaria Estadual de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (SECIMA), da Seplanh e da Universidade Federal de Goiás (UFG). As atividades serão realizadas no período vespertino, das 13h às 18h, para os vereadores, instituições envolvidas e todos os que desejarem participar.    
Andrey Azeredo explicou que nas oficinas serão apresentados e debatidos o levantamento de diagnóstico do Plano Diretor de Goiânia (PDG) e as estratégias de divulgação para envolver a sociedade e fomentar o debate amplo sobre o Plano: “Conheceremos o diagnóstico final dos levantamentos dos dados sobre o PDG e debateremos o que for necessário. Quem norteará a revisão do Plano é a Prefeitura, mas quando for apresentado o Projeto de Lei para a Câmara nós o discutiremos com a sociedade de forma profunda e transparente. Afinal, trata-se do que nós queremos para a nossa cidade para os próximos 10 anos e mais.” O presidente destacou a mobilidade como um dos principais focos: “Precisamos priorizar o transporte coletivo para que seja de fato um projeto de Estado e temos que incentivar novos modais como está no Plano nacional de Mobilidade. Vamos analisar e exigir a implantação de calçadas e a infraestrutura adequada para os transportes não-motorizados, como as ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas. Os meios alternativos de transporte têm que se integrar ao transporte coletivo gerando mais opções de deslocamento, menos veículos nas ruas e mais qualidade de vida para as pessoas.”
      Outro aspecto considerado essencial por Andrey é o adensamento urbano. “Vamos pensar na cidade que queremos, mais espraiada, com bairros mais distantes, ou mais adensada? Eu defendo com veemência que Goiânia se adense porque isso facilita a prestação de serviços e os deslocamentos, melhora a vida dos moradores e barateia os custos da administração permitindo mais investimentos em áreas vitais para a sociedade”, argumentou. O presidente ressaltou que a participação popular nas oficinas é fundamental e será decisiva: “todos poderão participar de forma espontânea, ao final haverá debates diversos, e precisamos ouvir a sociedade porque quem conhece melhor a cidade e sofre na própria pele os problemas é a população. Queremos ouvir críticas e sugestões para entendermos o que precisa ser modificado.”