Colunistas conservadores sofrem perseguição virtual

Sabem o que vem a ser o politicamente correto?  O instrumento mais vil que canalhas encontraram para destruir completamente as mais elementares verdades, tentando mudar a realidade dos fatos.

28 de fevereiro de 2018
colunistas conservadoresFacebook, o 'Tribunal da Máxima Verdade'

Nossa colunista – e de vários outros portais brasileiros – Claudia Wild, vem sendo perseguida e censurada no Facebook sistematicamente.   Até mesmo no Jornal Hora Extra, os antidemocráticos tentaram calar sua voz.

O Jornal Hora Extra não compactua com estes procedimentos e  continuaremos a publicar seus textos e suas reflexões sobre a islamização da Europa, a mordaça do Politicamente Correto, as eleições brasileiras…

Abaixo, segue seu desabafo, publicado em sua página pessoal, na rede social que vem sistematicamente censurando os conservadores no Brasil e no mundo afora.

De volta de mais um bloqueio neste perfil. Mais uma vez, punida por não ter feito absolutamente nada de errado. Uma punição por uma foto do ano passado, tirada de um jornal alemão, que informava um crime de estupro sofrido por uma alemã. 

Entretanto, o ‘Tribunal da Máxima Verdade’ achou por bem, através de seus justiceiros morais, bloquear-me por ter relatado o ocorrido. 

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Concomitantemente, no outro perfil já bloqueado, o principal, eles retiraram fotos de 2015 e 2016, que também nada tinham de errado. Ou seja, sou objeto de uma perseguição pérfida e descabida por parte dos patifes que controlam esta pocilga virtual. 

A situação é tão absurda que hoje retiraram mais dois textos da minha página, mas os magnânimos censores de Lúcifer não me bloquearam. Um texto era aquele sobre o analfabetismo funcional dos universitários, publicado no sábado e outro um texto didático sobre o islã – publicado semana passada. Não havia em nenhum dos dois – assim como na foto que originou a punição de ontem – quaisquer ofensas, palavras obscenas ou algo que pudesse ser interpretado como “ infração às normas da favela, digo, comunidade, virtual”. 

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A perseguição é pessoal e proditória. Eu disse ontem aos meus verdugos virtuais que deveriam deletar, logo, minha conta e sem rodeios desprezíveis. Eu não me acovardarei ao politicamente correto e nem deixarei de narrar fatos, só porque a catervolândia e sua “patota do mundo melhor” não permitem ou não querem. Não me renderei aos canalhas, apenas para fazer parte de qualquer grupo que seja. Eles podem me excluir e bloquear quando quiserem. 

O interessante é que eu tenho, contando as duas páginas, menos de 35 mil seguidores + amigos. Isto é, não sou ninguém a temer ou a escrever para multidões. Páginas com dezenas, centenas de milhares ou milhões de seguidores, que publicam toda ordem de pedofilia, sodomia, violência explícita, ódio aos cristãos e aos judeus, apoio aos piores genocidas da humanidade etc., não são molestadas por estes medíocres hipócritas – que se dizem democráticos. Mas, minhas páginas modestas e que não têm conteúdo algum que possa ser interpretado como objeto de crime, estas sim, são policiadas e punidas por seres que querem impor o politicamente correto. 

Sabem o que vem a ser o politicamente correto? 

O instrumento mais vil que canalhas encontraram para destruir completamente as mais elementares verdades, tentando mudar a realidade dos fatos. Tudo isto para que seja implantado um governo ditatorial que será baseado em sórdidos pilares, e, portanto, incompatíveis com a nossa nossa moral judaico-cristã. Um governo que atenderá uma elite tão infame quanto ele, que será sobretudo racista, mentiroso, anti-cristão e anti-judeu e voltado para a destruição de todos os valores que edificaram nossa civilização ocidental. 

Eles podem deletar minhas contas! Eles podem exercer o poderzinho inebriante que pensam possuir! Mas não me curvarei JAMAIS à canalhice destes vergonhosos covardes. Não mudarei meu estilo literário e nem mudarei os temas que abordo. 

Se é para sair, saio de cabeça erguida e sem medo destas pústulas que acobertam genocidas e promovem o que há de pior na humanidade. 

Desculpem-me o desabafo!