Seguro, bem informado e propositivo, Zé Eliton ofusca adversários em debate da Rádio Sagres 730

12 de setembro de 2018

O governador Zé Eliton, candidato à reeleição pela Coligação Goiás Avança Mais, foi disparado o vencedor do primeiro bloco do debate realizado pela rádio Sagres 730 AM, de Goiânia, na manhã desta quarta-feira (12/9). O governador demonstrou muita segurança nas respostas e embates, evidenciou amplo domínio dos temas discutidos e foi o único a apresentar propostas concretas para os temas levantados pelos jovens aprendizes: educação, primeiro emprego, segurança, saúde e transporte público.

A primeira pergunta coube ao estudante Alexandre Pontes de Queiroz, de Aparecida de Goiânia; ele abriu o bloco questionando o Ronaldo Caiado (DEM) a respeito do Ensino Médio, da preparação dos estudantes para o mercado de Trabalho. O candidato, de forma vaga, falou da importância da formação profissional do aluno, do resgate do professor e se comprometeu a lutar pela melhoria da nota de Goiás no Ideb, repetindo o que o governo de Zé Eliton já vem fazendo, tanto é que a rede pública goiana é líder nacional do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Ensino Médio e no Ensino Fundamental II, fato inédito no País. O resultado foi divulgado pelo Ministério da Educação no início deste mês. Os números são resultado direto de um conjunto de ações que o Governo de Goiás vem aplicando na Educação.

 Evelin Daiane Mendes, de Goiânia, questionou Wesley Garcia sobre suas propostas para ampliar as oportunidades de trabalho para os jovens. O candidato do PSOL criticou de forma irresponsável e enganosa a política do atual governo ao dizer que o investimento em educação é “pífio”, que os professores perderam a titularidade e estão com os salários congelados. O Governo do Estado garantiu o pagamento do piso salarial aos professores, concedeu o bônus de incentivo, auxílio-alimentação e a proposta de mestrado para todos os educadores da Rede Pública Estadual de Ensino. A presidente do Sintego, Bia de Lima, parabenizou o governador José Eliton e toda a equipe da Seduce, recentemente, “por estarem dando provas de avanços na condução dos projetos da educação”.

 José Luiz Mendonça Neto, de Senador Canedo, dirigiu sua indagação a Kátia Maria, sobre suas propostas para a saúde. Kátia Maria não respondeu à pergunta, demonstrando despreparo para o cargo que pleiteia. Ela disse, sem consistência, que levou investimentos para a saúde de Senador Canedo e as únicas propostas que apresentou são cópias do Plano de Governo de Zé Eliton, que já estão em execução, e consistem na descentralização da saúde, com a construção de hospitais regionais e a construção de Unidades de Saúde Especializada no interior. A prova é que o governo Zé Eliton já entregou à população Unidades de Saúde Especializada, com 25 especialidades médicas, além das que estão em fase final de construção. Foi criada ainda uma rede de hospitais de urgências, muitos em funcionamento e outros em fase final de conclusão, como é o caso do Hurso, em Santa Helena; do Hutrin, em Trindade; do Hospital Regional de Luziânia, Santo Antônio do Descoberto, Águas Lindas, a primeira etapa do Hospital de Uruaçu, além do Hugol, maior hospital da Região Centro-Norte do País.

 Keven Luan Pimentel Assis, de Goiânia, falou a Daniel Vilela, demonstrando preocupação com os roubos cometidos nos ônibus do transporte coletivo e nas ruas da capital. Daniel Vilela entende que é preciso tirar policiais de funções burocráticas e investir em tecnologia e inteligência, o que demonstra que o candidato não tem capacidade de propor um Plano de Governo de acordo com as necessidades de Goiás, pois tudo o que ele prometeu consta do Plano de Governo de Zé Eliton e já faz parte da política de segurança pública dos governos Marconi Perillo e Zé Eliton.

 A PM goiana tem o 2º maior salário do País, perdendo apenas para Brasília, onde a União faz o pagamento do efetivo da Polícia Militar. Nos últimos anos o efetivo da Polícia Militar saltou de 11.952 para 13.830 policiais, com a promoção para cerca de 25,4 mil policiais. No ano passado o governo destinou mais de 12% do orçamento para a segurança, mais de R$ 3 bilhões.