Tecnoshow Comigo movimenta R$ 3,4 bilhões em volume de negócios

Em sua 18ª edição, feira superou novamente as expectativas dos organizadores, registrando a participação de 580 expositores e público de 118 mil pessoas. Em 2020, evento será realizado de 30 de março a 3 de abril

15 de abril de 2019
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Foto: Tecnoshow Comigo
Otimistas com os rumos da agropecuária brasileira em 2019, os produtores rurais marcaram presença na 18ª edição da Tecnoshow Comigo, em Rio Verde (GO), e contribuíram para que a feira superasse as expectativas em relação aos números alcançados em edições anteriores. De 8 a 12 de abril, foram R$ 3,4 bilhões em negociações (aumento de 36% em relação a 2018, quando a feira registrou R$ 2,5 bilhões), 580 expositores e público de 118 mil pessoas de todas as regiões produtoras brasileiras. Considerada a grande feira de tecnologia rural do Centro-Oeste e entre as duas maiores do Brasil, a Tecnoshow Comigo já tem data confirmada para 2020. Será de 30 de março a 3 de abril no Instituto de Pesquisa e Tecnologia Comigo (ITC) – antigo Centro Tecnológico Comigo (CTC).
O balanço da feira foi divulgado pelo presidente da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo), Antonio Chavaglia, e diretores da Cooperativa, nesta sexta-feira, dia 12 de abril, em coletiva à imprensa. Chavaglia comemorou o resultado positivo da edição deste ano e disse que o evento cumpre seu papel de difundir novas tecnologias e movimentar a economia da região. “É uma feira surpreendente para nós. Tivemos aumento de público e de expositores, inclusive quem está aqui não quer ceder espaço, porque quer estar presente na feira. Os auditórios lotados mostram interesse dos produtores por tecnologia e informação”, reforçou.
O presidente da Comigo também ressaltou a importância da feira, que completou 18 anos em 2019, e afirmou que devido ao crescimento da Tecnoshow, especialmente nos últimos anos, a expectativa é de investir mais em estrutura com a ampliação do número de vagas de estacionamento – neste ano foram mais de 43 mil veículos estacionados durante os cinco dias – e da capacidade dos restaurantes. Ele destacou ainda a contribuição da feira para a cidade e espera que em 2020 a Tecnoshow possa crescer mais. “Sonhamos e acreditamos que o ano que vem será muito melhor para investimentos”, enfatizou.
O secretário de Desenvolvimento Econômico de Rio Verde, Denimárcio Borges, disse que foi feita uma pesquisa para avaliar o impacto da Tecnoshow para a cidade e que o resultado mostrou crescimento de 12,4% na arrecadação do munícipio no período de realização do evento. Além disso, segundo ele, segmentos como restaurantes aumentam até 250% a movimentação na semana da feira, enquanto a rede hoteleira registra 100% de ocupação. Ele destaca ainda impactos positivos para montadoras, agências, postos de combustíveis e farmácias. “Neste ano, a feira também serviu de oportunidade para que pessoas de outras regiões pudessem conhecer Rio Verde e ter uma visão diferente do agronegócio”, ressaltou.
NÚMEROS DA FEIRA EM 2019
• R$ 3,4 bilhões em negócios
• 118 mil visitantes
• 580 expositores
• 60 hectares de área
• 150 palestras e dinâmicas
• 5 mil participantes das palestras
• 1.800 participantes das dinâmicas de pecuária
• 11 pavilhões (animais e empresas)
• 40 mil m² de plots agrícolas
• Mais de mil animais (bovinos, equinos, muares, ovinos e peixes)
• 2 auditórios para apresentações e palestras
• 2 restaurantes e outras áreas de alimentação
• 43.000 veículos estacionados, sendo 364 ônibus, de 8 a 12 de abril
• Doação de 18 mil mudas de árvores nativas
• 100 mil exemplares de plantas e flores de oito espécies, distribuídas nos jardins e canteiros do ITC
• Coleta de 20 mil quilos de papelão, 15 mil de plástico, 100 toneladas de resíduos não recicláveis, 70 toneladas de produtos orgânicos e 505 quilos de latinhas
• 18 mil acessos ao site da Tecnoshow Comigo de 8 a 12 de abril
• Cerca de 8 mil empregos diretos e indiretos (pré e durante evento)
• Presença de instituições de pesquisa científica
• Presença de instituições financeiras e de liberação de créditos
Evolução nos últimos três anos
Negócios
2019: R$ 3,4 bilhões
2018: R$ 2,5 bilhões
2017: R$ 1,7 bilhão
Visitantes
2019: 118 mil pessoas
2018: 106 mil pessoas
2017: 102 mil pessoas
Expositores
2019: 580 expositores
2018: 550 expositores
2017: 550 expositores
Rio Verde: capital simbólica do Estado
Uma das novidades da feira deste ano – e que passa a valer para as próximas edições – é a transferência simbólica da sede da capital e dos poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – para Rio Verde durante a semana de realização da Tecnoshow Comigo. O termo de transferência foi assinado na solenidade de abertura da feira. O ato se deu após aprovação da Lei nº 20.425/19, de autoria do presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Lissauer Vieira. “A criação desta Lei demonstra a grande importância que o governo do Estado dá para agricultura em Goiás e a Comigo se sente honrada por fazer parte desse momento de valorização do nosso setor para economia goiana”, avalia o presidente da Comigo, Antonio Chavaglia.
De 8 a 12 de abril, o governador Ronaldo Caiado, os chefes de poderes e secretários despacharam diretamente de Rio Verde, de acordo com cronograma de atividades previamente definido. A força-tarefa do governo estadual marcou o lançamento do “Gabinete em Ação – Onde tem Goiás, tem Governo do Estado”, que tem como objetivo concentrar as ações da gestão estadual em um determinado município.
Internacionalização
Durante a instalação do gabinete do Governo do Estado, foi assinado um protocolo de intenções entre o Governo de Goiás, Prefeitura de Rio Verde, Comigo e as Embaixadas da Argentina, Belarus, Bolívia, Guiana e Macedônia. Também estiveram presentes representantes da Coréia do Sul, El Salvador, Espanha, Hungria, Indonésia e Uruguai. O objetivo é que, a partir de 2020, seja instalado um ambiente para rodadas de negócios internacionais durante a feira. Até lá, o Governo de Goiás planeja convidar outros países para aderir ao protocolo de intenções. Além de dar maior visibilidade à Tecnoshow, a presença de comitivas internacionais pode contribuir ainda mais com a difusão de tecnologias e inovação para o agronegócio. Os embaixadores visitaram o estande da Comigo na feira, no dia 8 de abril, e foram recebidos pelo vice-presidente administrativo e financeiro, Dourivan Cruvinel de Souza.
Sessão solene
A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizou no dia 8 de abril sessão solene durante a Tecnoshow Comigo 2019, como parte das atividades da transferência da capital para Rio Verde. A sessão foi conduzida pelo presidente da Assembleia, deputado estadual Lissauer Vieira, e contou com a presença do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e do presidente da Comigo, Antonio Chavaglia. Durante o evento, foi entregue o título de cidadão goiano ao produtor rural Adair Boldrin, cooperado da Comigo, em reconhecimento e respeito ao seu trabalho e sua trajetória de empreendedorismo. Além da homenagem ao produtor rural, a Assembleia conferiu, ainda, certificados de Mérito Legislativo a personalidades do município, que com trabalho e empenho trazem crescimento à cidade e ao estado de Goiás.
 
Autoridades presentes: discursos e demandas
Na abertura da 18ª Tecnoshow Comigo, várias autoridades estiveram presentes e falaram sobre a situação do setor agropecuário e as demandas mais urgentes para a área. Avanços em infraestrutura e logística, aumento da segurança no campo, ampliação do crédito para o produtor rural e a necessidade da aprovação da reforma da Previdência foram alguns dos temas abordados durante a solenidade. O presidente da Cooperativa, Antonio Chavaglia, falou sobre as recentes perdas dos produtores rurais, que impõem dificuldades financeiras no acesso ao crédito, e cobrou diretamente à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, presente no evento, soluções para as altas taxas de juros para o pré-custeio da safra.
A ministra Tereza Cristina defendeu, como solução, a expansão do seguro rural impulsionada pela subvenção por parte das instituições financeiras. “Por que os bancos não aplicam nisso? Porque é uma atividade de risco e eles não querem colocar o dinheiro a juros compatíveis com a nossa atividade. O seguro rural maior traria mais instituições aportando dinheiro no crédito rural com juros mais apropriados para o agronegócio”, justificou. E acrescentou: “A nossa briga é muito maior para aumentar essa subvenção do seguro do que ter esses R$ 220 bilhões (Plano Safra) que acaba sendo gráfico. Isso não atende o agronegócio, é um terço do que precisamos, que é em torno de R$ 600 bilhões”. Tereza Cristina afirmou que está em fase adiantada a conclusão do Plano Safra 2019/2020, importante para “dar previsibilidade aos produtores”, que será lançado em 1º de junho.
O deputado federal e presidente da Federação da Agricultura do Estado de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner, também cobrou do governo federal maior aporte de recursos para o fortalecimento do seguro rural. Referindo-se a críticas, ele contesta que sejam altas as subvenções para fomentar o benefício. “São os menores dos países que compõem a OCDE. Pouco mais de R$ 10 bilhões que são para equalizar juros e para o nosso seguro rural”, enfatizou.
O governador Ronaldo Caiado disse que vai investir em segurança na zona rural de Goiás, por meio da ampliação do Programa Patrulha Rural. “Vamos fazer o georreferenciamento de todas as propriedades. Nós teremos um centro de controle em Goiânia e qualquer mensagem repassada ou qualquer telefonema, vamos acionar as viaturas mais próximas e vamos combater para valer o crime que está invadindo o setor rural. Vamos dar segurança ao produtor rural. É meu compromisso”, assegurou.
O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes, enfatizou a necessidade de mobilização e apoio conjunto da classe de produtores rurais para aprovação da reforma da Previdência, que se apresenta como entrave ao crescimento da economia brasileira em decorrência do déficit – 195,2 bilhões em 2018. “Não é questão eleitoral. A conta não fecha. Eu estou pedindo para que os 15 milhões de cooperados conversem com seus deputados, com seus senadores, para que conscientemente a gente acelere o passo dessas reformas. É uma questão de nacionalidade”, conclamou.
O presidente da Comigo, Antonio Chavaglia, aproveitou para apontar os gargalos que comprometem o desempenho do agronegócio em Rio Verde e na região Centro-Oeste como um todo. Ele mencionou as más condições da BR-152, que liga Rio Verde à Itumbiara. “É um problema sério que temos na região. Passam por dia aqui 5,2 mil carretas e 2,2 mil carros. A estrada está intransitável, não tem condições de passar”, reclamou. Chavaglia também cobra o pleno funcionamento da Ferrovia Norte-Sul, licitada no último dia 28 de março. “Eu tenho esperança que realmente a coisa venha a acontecer, não só terminar a ferrovia, mas que tenha os vagões para poder transportar. Não adianta estar pronta e não ter a gestão e o potencial para atender todas as necessidades de álcool, grãos, açúcar, petróleo e insumos”.
Ele ainda reclamou da tabela de fretes, acordo firmado pelo governo com os caminhoneiros que protagonizaram paralisação de quase um mês em 2018, que tem penalizado “não só o setor do agronegócio, mas toda a sociedade”. De acordo com ele, os insumos têm chegado muito caros e o transporte ferroviário poderá gerar estabilidade nos preços dos fretes para que os produtores rurais tenham segurança na hora de fechar contrato com as transportadoras com vistas às exportações.
Norte-Sul
Os trilhos da Ferrovia Norte-Sul que cortam o Estado de Goiás devem finalmente transportar as mercadorias a contento em dois anos, e, daqui a quatro anos, haverá uma integração com um novo trecho anunciado no dia 8, pelo governador Ronaldo Caiado. “O ministro do Transporte, Tarcísio Freitas, ao conceder a extensão por mais 30 anos de toda parte também da Vale do Rio Doce, fez com que a contrapartida fosse uma ferrovia que liga a cidade entre Mara Rosa e Campinorte até Água Boa, no Mato Grosso. Ou seja, nós teremos uma ferrovia de 300 quilômetros pegando toda a região leste do Mato Grosso, Norte, Vale do Araguaia se juntando na Ferrovia Norte-sul”, revelou.
Sobre a situação da malha viária, Caiado afirmou ter assumido o Estado de Goiás com cinco mil quilômetros de rodovias intransitáveis e que, como medida de curto prazo, tem realizado convênios com prefeituras para a recuperação da malha local. O prefeito de Rio Verde, Paulo do Vale, anunciou que, a partir de agosto, terão início as obras de construção da Plataforma Multimodal da cidade, com integração à Ferrovia Norte-Sul. A obra será executada mediante Parceria Público-Privada (PPP). “Conseguimos junto à Valec o direito de acesso à ferrovia. Estamos com projeto pré-aprovado. A nossa plataforma vai gerar um novo volume de cargas com cinco mil carretas para o Porto de Santos”, ressaltou.
Referência
O governador do Tocantins, Mauro Carlesse, visitou pela primeira a Tecnoshow Comigo no dia 10 de abril. Acompanhado de uma comitiva formada por secretários de governo e deputados estaduais do Tocantins, Carlesse disse que ficou impressionado com a estrutura da maior feira de agronegócio do Centro-Oeste e uma das maiores do País. “Fiquei encantado com a qualidade, beleza e organização”. Carlesse visitou o estande da Comigo, onde foi recebido pelo presidente da Cooperativa, Antonio Chavaglia, pelo prefeito Paulo do Vale e outras autoridades.
Instituto de Pesquisa e Tecnologia Comigo (ITC)
A Comigo deu início a um novo ciclo de investimento em pesquisas e tecnologia ao lançar o Instituto de Ciência e Tecnologia Comigo (ITC), que substitui o antigo Centro Tecnológico Comigo (CTC). O anúncio foi oficializado no dia 9 de abril e contou com a presença de cooperados e empresários do setor do agronegócio. “A Comigo investe hoje R$ 2,4 milhões por ano em pesquisa. Com a criação do ITC, nosso objetivo é firmar parcerias para ampliar o número de pesquisadores e, também, de agrônomos atuando em campo, para acelerar o desenvolvimento de estudos, oferecendo mais acesso dessas pesquisas aos produtores”, ressalta o presidente da Comigo, Antonio Chavaglia.
O gerente de Difusão de Tecnologias da Comigo, Antônio Eduardo Furtini Neto, destaca que a mudança vai além da nomenclatura. Segundo ele, se trata de uma mudança de identidade do trabalho de pesquisa que já é desenvolvido e que será ampliado. “Preparamos um estatuto flexível, de modo que o ITC possa receber recursos externos de instituições públicas e privadas para desenvolvimento de pesquisas do setor de agropecuária e, também, de outras áreas do conhecimento. Queremos expandir nosso trabalho de pesquisas e, para isso, estamos abertos a parcerias para manutenção desse trabalho”, explica.
O vice-presidente da Comigo, Aguilar Mota, pontua, ainda, que o grande objetivo é o que o ITC transcenda os limites da Cooperativa e passe a cumprir o papel de educar e orientar a sociedade sobre o papel do agronegócio no País. “Queremos oferecer ao produtor rural e toda comunidade mais acesso a estudos e pesquisas aplicadas na agropecuária, conduzidos pelo ITC, e desenvolver atividades de ensino, capacitação e treinamento em parcerias com outras instituições, com o propósito de difundir conhecimento e tecnologia para as próximas gerações”, afirma. O ITC conta com uma área de 146 hectares, dos quais 60 hectares são destinados à realização da Tecnoshow Comigo e o restante a pesquisas da Comigo.
O senador Vanderlan Cardoso, que preside a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) no Senado, presente ao evento, ressaltou que há a necessidade do investimento por parte do Governo Federal em Ciência, Tecnologia e Inovação e que em outros países essa mentalidade garante recursos para fazer com que a economia avance com base na ciência.
Fazenda Conectada
Outra novidade da edição deste ano da Tecnoshow Comigo foi o espaço voltado para empresas nascentes de tecnologia, as chamadas startups, que neste caso estão voltadas ao agronegócio. Trata-se do pavilhão “Fazenda Conectada”, que reuniu, nesta primeira edição, seis empresas de tecnologia e startups ligadas ao setor produtivo, também conhecidas como Agtechs – Aegro, AirScout Brasil, Siacon, Esteio, AgroAjuda e Siagri. As inovações propostas por essas empresas foram de softwares para gestão rural até aplicativos que auxiliam na otimização de irrigação e pulverização de defensivos agrícolas. Foram apresentados os modelos de negócios com explicações técnicas e práticas sobre sua utilização e possibilidades de atuação dentro das propriedades rurais e empreendimentos agropecuários.
Selo Basf
A diretoria da Comigo recebeu, no dia 10 de abril, o selo Seed Solutions da empresa multinacional Basf. A Comigo é a primeira empresa de Goiás a receber esta certificação. O Selo Seed Solutions atesta que o Tratamento Industrial de Sementes (TSI) é feito de acordo com a dosagem e procedimentos recomendados pela Basf e assegura ao produtor que todos os aspectos legais e ambientais estão sendo respeitados pela Comigo. O processo de classificação é altamente rigoroso e considera cinco critérios: emissão de poeira, fluidez, plantabilidade, Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (Clae) e análise visual.
O presidente da Comigo, Antonio Chavaglia, avalia a importância desta conquista que, segundo ele, é de todos os cooperados. “Esse é o reconhecimento de que a nossa equipe está fazendo um bom trabalho e é envolvida e criativa. É também um reconhecimento de uma empresa multinacional produtora de um portfólio muito grande, tanto de semente como de química”, diz. Ao comentar sobre a relevância do desenvolvimento de pesquisas, Chavaglia afirma que a tecnologia precisa estar disponível a um preço acessível aos produtores rurais e com o objetivo de garantir produtividade no campo. Já o diretor de marketing da Basf no Brasil, Marcelo Batistela, elogia o processo de tratamento de sementes realizado pela Comigo. “A gente fez esses testes ao longo de duas safras e a Comigo tem uma qualidade impecável. São atendidos todos os critérios que julgamos fundamentais, que garantem que o associado e o agricultor vão receber a semente com a germinação adequada e também com a quantidade de ingrediente ativo e uniformidade do tratamento”, explica.