De acordo com Ministro da Defesa da Grã-Bretanha, britânicos que se aliam ao ISIS devem ser mortos

Segundo Williamson, “um terrorista morto não é uma perda para o país”.

7 de dezembro de 2017
Gavin Williamson Ministro da Defesa Britânico

As redações dos jornais e televisões europeias estão indignadas com as “inaceitáveis “ declarações do ministro da Defesa britânico. Gavin Williamson disse com todas as letras que os terroristas de cidadania britânica que lutam pelo Estado Islâmico precisam ser mortos. E que o governo precisa fazer tudo para destruir e eliminar esta ameaça.

Segundo Williamson, “um terrorista morto não é uma perda para o país”. Com estas afirmações, o ministro de Theresa May causou uma enorme revolta nos sensíveis europeus, que entendem não ser defensável este tipo de mentalidade por parte de um representante de um governo ocidental.

A entrevista de Williamson foi concedida ao jornal Daily Mail e não agradou aos progressistas do velho continente. Há informações de que pelo menos 800 pessoas com cidadania britânica foram para Síria e Iraque, onde se juntaram ao ISIS. Dois quais 130 já foram eliminados, digo, mortos. Cerca de 400 destes terroristas estariam voltando para a Grã Bretanha. O ministro disse ainda que “ os terroristas britânicos que fugirem dos locais de combate precisam ser caçados e mortos”.

Nesta semana o mundo ficou sabendo que muçulmanos planejavam assassinar a primeira-ministra Theresa May.