Onde ir: BR-060: Para um pouco e descansa as pernas.

25 de janeiro de 2019
Onde Ir
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Onde Ir Goiânia – Dicas de lugares para ir, comer e se divertir em Goiânia e Região. Marcos Queiroz – Publicitário e proprietário da Big Jungle Propaganda. Yuri Alvares – Advogado

Sempre que viajo, uma das coisas que mais tento me programar é com os locais que irei comer. Quando é de avião, bem provável que o primeiro alimento seria na Starbucks, mas de carro as coisas mudam um pouco.

Se na estrada de Goiânia-Brasília, as opções são limitadas, imagina nas outras rodovias “menos importantes”.

É assunto pra outro post, mas, sem contar o outlet, na BR-153, que após Anápolis, vira BR-060, o Fícus, pra mim, é a melhor opção. As outras opções são o Sabor Goiano, que nunca fui, e outra bem ruim de puro marketing. Pelo amor de Jerivá, eu nem preciso falar o nome que todo mundo já sabe.

Nos últimos dias ando pegando muito a BR-060 no sentido de Rio Verde e, confesso, parei poucas vezes. As opções são menores e, até então, não tinha conhecido nenhuma que valesse realmente o “atraso” do percurso.

Sempre passava pelo Casarão, ali perto do trevo para Cezarina, mas, por conta das experiências anteriores, imaginava que era mais um lugar bonito, porém ordinário, caro e de baixa qualidade, até que essa semana meu pai disse que era bom e resolvi conhecer.

Quando chega no local já fica encantado com toda a decoração mais rústica, mais interiorana. Logo na entrada vimos que há uma espécie de empório com vários produtos e, inclusive, alguns produzidos na própria fazenda Casarão.

Entrando um pouco mais, chegamos a lanchonete e decidimos comer ali mesmo. Ainda estava sem acreditar que era bom e, com medo de ousar demais, pedi uma coxinha com catupiry e uma coca 600 pra acompanhar.

Olha, eu estava achando R$ 6,00 caro, mas depois que comi, vi que a massa estava fina e crocante, o frango molhado e o catupiry de qualidade. Finalizei achando o preço justo. O tamanho é “ok”.

Eu até ia pedir um outro doce mais caseiro, mas a torta estava tão bonita que não deu pra resistir.

Foi decepcionante, tenho um grande problema com quem coloca gelatina incolor pra dar consistência as coisas, acho que ela rouba o sabor de tudo e eu não gosto. Tirando isso, a parte do bolo estava molhadinha, gostosa, o morango não estava doce, o que não deixou a torta enjoativa. Enfim, estava bom, mas a questão da gelatina incolor é realmente chata.

No final vi um pão de mel bem bonito na prateleira e resolvi levar. Estava apenas R$ 4,00 e o tamanho era bom. Estava bem gostoso, mas não era pão de mel, não dava pra sentir gosto de cravo, canela e mel. Era um bolo de doce de leite muito bom. Deveriam mudar o nome!

Por fim, fomos conhecer mais um pouco o lugar e tem também um restaurante por quilo e, o que chamou bastante atenção, foi que eram quase 15:00 e ainda tinha reposição de comida e tudo estava quente, estava até saindo fumaça dos reachaud. O valor, pelo menos na quinta-feira, era de R$ 49,90/kg.

Tem também um parquinho para as crianças e alguns animais para ver.

A conclusão foi que o lugar é bom, percebi que o maior erro foram nas minhas escolhas. Em um restaurante de “comida goiana” tinha que ter experimentado a pamonha, empadão, pudim, doce de queijo, cristalizados…

Estava tão sem expectativa que acabei tentando escolher coisas que “não tinham como errar”, mas pretendo voltar lá novamente e fazer as escolhas certas e, com certeza, volto pra fazer outro post.

Ah! Eu não esqueci de colocar o valor da torta, eu esqueci de olhar no cardápio, mas a conta final ficou R$ 29,00. Penso que o refrigerante foi no máximo uns R$ 6,00, então a torta deve ser R$ 13,00. Cara, neh?!