O “humanismo” e a hipocrisia da esquerda

20 de outubro de 2018
O PSOL de Guilherme Boulos que quer banir o WhatsApp, é o mesmo que diz “ defender” a democracia.

Do que me conheço por gente e de como vejo o mundo, eu seria, talvez, capaz de nutrir um certo respeito humano para com os esquerdosos, caso assumissem quem são. Assumissem seus objetivos, deixassem a hipocrisia e a incoerência de lado – resumindo: usassem da honestidade intelectual na defesa de sua ideologia.

Os “humanistas de araque” odeiam os seres humanos, por isso tentam torná-los forçosamente iguais por meio da imposição do domínio, da miséria e da fome – sem levar em conta que Deus nos fez diferentes em nossas inteligências, talentos, fraquezas e méritos.

Não consigo esquecer alguns diálogos que já travei com conhecidos que defendem essa seita e seus postulados. Deixarei aqui alguns deles.

Eu: o Brasil precisa resolver o seu grave problema com as favelas.

Humanista: o que tem a pessoa morar na favela? A favela é um lugar normal. (O “humanista”, no caso, mora numa mansão e nunca pisou numa favela).

Eu: A punição e as leis para segregação de criminosos precisam ser implacáveis.

Humanista: Cadeia não resolve, não adianta prender.

Eu: cadeia resolve sim, tira de circulação quem ameaça a sociedade em geral. O que fazer então? Deixar todos os criminosos soltos?

Humanista: é…  Não é bem assim! Precisamos de uma “terceira via”, temos de discutir um novo modelo.

Eu: os direitos precisam ser rigorosamente iguais – sem privilégios para minorias ou classes.

Humanista: não acho! Por exemplo: homossexuais e negros precisam ter mais direitos do que nós, os brancos heterossexuais.

Eu: não há democracia de minorias, isso não existe!

Humanista: lógico que existe! As minorias podem, por meio de suas experiências, nos mostrar como o mundo seria melhor, de mais igualdade, respeito e justiça social.

Tem coisa mais egoísta, incoerente, elitista e desumana do que pensar assim? __ Não, não tem. O humanista ama a miséria humana e a explora como ninguém. Não está preocupado com um equilíbrio social; fala de igualdade da boca pra fora. Problematiza o simples para a criação de soluções inexequíveis, em que o poder de controle  total é o objetivo. Odeia a equidade, apesar de bradar em nome dela. Odeia a democracia, apesar de vociferar que a defende.

Na verdade, essas pessoas são déspotas e genocidas em potencial, aptas ao cometimento de todas as injustiças e atrocidades em nome de um tal “mundo melhor” – que piora sempre com suas ações e políticas.

Enfim, a mentalidade revolucionária é absolutamente indefensável para aqueles que são MINIMAMENTE coerentes, prezam a humanidade e o seu semelhante. Se precisarmos de uma pessoa incoerente, desumana, egoísta e desonesta, devemos procurar um esquerdoso.