O caso Kokay-Chacra

14 de novembro de 2017

Duas polêmicas ocuparam as redes sociais nos últimos dias.
A primeira, conforme amplamente divulgado, um trecho de um vídeo em que a deputada petista Erika Kokay aparece defendendo uma nova sociedade. Mas que segundo ela, não seria propriamente uma defesa, tão somente uma menção a uma teoria que “não endossa e apenas apresentava aos seus ouvintes”.

A deputada disse ter sido vítima de variados crimes contra a honra e que seu vídeo fora manipulado/editado com o nítido intuito de produzir a interpretação da maioria sobre a estapafúrdia alegação, inclusive esta que vos escreve.

O vídeo integral é absolutamente confuso e mais parece um monólogo de Paulo Freire com inversões inaceitáveis – tais como – atribuir aos “conservadores” a autoria da famigerada ideologia de gênero ( maior desonestidade intelectual, impossível). Ela de forma veemente negou que defendera qualquer aberração e que tudo não passou de uma trama criminosa para desmoralizá-la politicamente. Fato é,  ela SE FOI mal interpretada no referido trecho a que se referia ao incesto, o foi em razão de sua própria confusão mental e pouca destreza de raciocínio. Ela promete processar quem jogou nas redes sociais o trecho, sic, “manipulado” deste vídeo. O que será ótimo, pois a verdade deve prevalecer.

Até lá, ficamos com aquilo que já sabemos sobre ela: uma deputada que não é acostumada a assumir o peso de suas ações parlamentares e já envolvida em várias denúncias extra-oficiais. Uma parlamentar que foi denunciada em outubro de 2016, junto ao STF, por ter cometido – segundo o Ministério Público Federal- os crimes de peculato e lavagem de dinheiro. O processo tramita e não há uma sentença.

Assim, aguardamos ansiosamente o deslinde judicial da contenda – que ela mesma proporá.

Já o jornalista Guga Chacra, useiro e vezeiro em informações pouco confiáveis, teve a coragem de chamar de “nazistas”, os 60 mil participantes de uma manifestação na Polônia, que segundo ele, marcharam por uma Europa branca e antissemita. Chacra foi desmascarado pela própria cônsul do país em solo brasileiro, que desmentiu suas alegações e esclareceu que o evento foi comemorativo e justamente contra o nazismo e o comunismo. Aliás, com extensa comprovação através de fotos e depoimentos de pessoas que tiveram contato com a manifestação.

Não satisfeito em ser completamente refutado em suas precárias e desonestas informações, colocou-se na posição de vítima como se nada tivesse feito. Enfim, postura já conhecida por parte do analista e das pessoas ideologicamente a ele alinhadas.

O mais importante é que a verdade prevaleça, sempre! Que não sejamos manipulados/enganados por qualquer lado que seja. Entretanto, vale registrar que estamos DE OLHO! Conversa chorosa e esperneio não são suficientes para formar qualquer opinião ou juízo de valor.