Mensalinho do Twitter: como o PT comprou uma rede de influenciadores para falar bem do partido

28 de agosto de 2018

Descobriram um megaesquema digital fraudulento arquitetado pelo PT.

Adepta a todo tipo de falcatrua para se manter no poder, a facção criminosa que também atende pelo nome de Partido dos Trabalhadores, através de “agências de marketing político” vinha contratando ‘cybermortadelas’.

O método utilizado era da mesma cepa do Mensalão e do Petrolão: pagamento espúrio para enganar o povo brasileiro.

Assim, empresas de “marketing” remuneravam – com caixa dois – um número considerável de enganadores, digo, influenciadores digitais para atuarem no Twitter. A patota contratada tinha que promover petistas escolhidos pela contratante, e, para tal recebia um pixuleco digital de R$ 1500 a R$ 2.000, por tuítes diários, enaltecendo o legado e elogiando políticos petistas em fim de carreira.

Obviamente, as referidas “contratações” eram informais e eram feitas com recursos não declarados junto ao TRE ou TSE, como de praxe da caterva petista.

A esquadra digital petista comprometia-se a postar o conteúdo positivo que lhe era enviado e ainda a tecer loas para gente da estirpe de Gleisi Hoffmann, Luis Marinho e Wellington Dias ( governador do Piauí, em campanha para reeleição).

A tramoia além de moralmente inaceitável é, segundo a lei eleitoral brasileira, uma prática criminosa que pode anular a candidatura/eleição dos beneficiados com o cambalacho digital.

Até agora, a imprensa mostra-se tímida para reportar o escândalo do Twitter. Que, inclusive, não deve ser único e pode ter ocorrido também em outras redes sociais – como o Facebook, por exemplo.

É inacreditável como o PT e seus quadrilheiros gostam de comprar opiniões, votos, políticos, etc. Nunca antes na “história defffe paiffff” um partido foi tão corrupto e tão prejudicial ao Brasil.

O PT não vive sem fazer uso da máxima enganação e da corrupção, sejam elas através de mortadela, pixuleco, cybermortadela ou bilhões.

Vamos aguardar para saber se a contratação do exército dos embusteiros ficou só nos cybermortadelas do Twitter. Provavelmente, não.