Demonização, deslegitimação e destruição: a única pauta eleitoral da esquerda

9 de outubro de 2018

Na atualidade, a maior canalhice da esquerda e de sua claque adestrada (militância e imprensa) é tentar colar a pecha de “nazi-fascista” em Jair Bolsonaro. Uma desonestidade intelectual assombrosa. Bolsonaro é, sabidamente, um defensor e admirador de Israel, tem incontáveis apoiadores judeus, não flerta com o autoritarismo e demonstra total respeito às regras da democracia.

A acusação mentirosa, além de ser crime, mostra o inequívoco caráter de pessoas sem escrúpulos que, agora, dizem também que todos os eleitores do candidato são “fascistas e nazistas”.

Assim agindo, vulgarizam o Holocausto e desmerecem o enorme sofrimento de milhões de judeus e outras minorias perseguidos e mortos no mesmo. Inocentes que viveram as monstruosidades deste abjeto regime são banalizados desta forma.

Protestos da esquerda pelo Brasil…

O nazismo, Hitler e seus parceiros criminosos são evocados apenas para demonizar qualquer oponente do projeto totalitário da esquerda: assim foi com os manifestos da classe média de 2013 e 2014, assim tem sido com Israel – única e pujante democracia do Oriente Médio -, assim é com a PM, nossa última barreira entre a civilização e a barbárie, assim foi com os batedores de panela que clamavam pelo impeachment de Dilma. A tática dos totalitários é clara: à falta de argumentos, resta demonizar, deslegitimar e destruir, primeiro moral e depois fisicamente, o adversário.

A patifaria precisa ter fim. Apoiadores de regimes ditatoriais são estes canalhas: os adoradores de déspotas que promovem execuções em paredões, apedrejamento de mulheres, enforcamento de gays e esfaqueamentos de adversários.

Aqueles que não aceitam a menor divergência de pensamento – coincidentemente – são estes que, afirmam ser a Venezuela uma democracia. Esses caluniadores são aqueles que defendem terroristas de toda ordem e que odeiam os cristãos, os EUA, Israel e os judeus.

A tática usada para desmerecer e atacar Jair Bolsonaro e seus eleitores mostra-se absurdamente desonesta. Aliás, vai além: ela é criminosa. Alô, Ministério Público Federal! Alô, TSE? Tem alguém aí.