Com apoio de Guilherme, Wellington Dias não representa “Renovação” na Complem

10 de março de 2019
Joaquim Guilherme e Welligton Dias

Apoiador de Wellington Dias, o ex presidente da Complem – que perdeu o mandato pela justiça –, Joaquim Guilherme Barbosa,  pode ter gerado um passivo gigantesco na Cooperativa, e deve ser um entrave chapa ao pedir votos para o cooperado.

Só em uma dívida fiscal, presume-se que a Complem teve que pagar R$ 3 milhões de reais, além do gasto de um escritório de advocacia – escolhido pelo dedo indicador de Guilherme, em R$ 200 mil.

Várias linhas de produtos de fortalecimento da marca Complem foram exterminadas por Joaquim Guilherme (doces, queijos, derivados de leite, achocolatado). Há uma estimativa de que Joaquim Guilherme teria elevado, no curto período em que presidiu a Cooperativa, o comprometimento de 80% do patrimônio da Cooperativa.

 Joaquim Guilherme politizou a Complem

Ocorre que a avaliação do produtor é que a Cooperativa sempre cresceu dirigida por produtores e não por políticos, e esse é o temor de retrocesso com a ideia de renovação. “Não é a quantidade de leite que Wellignton Dias e Guilherme produzem que os definem como produtores, é o dia-dia do homem do campo, as dificuldades do cooperado que eles nunca viveram”, afirmou um cooperado.

Os produtores mais humildes dizem que Joaquim Guilherme não sabe o preço do carrapaticida.

Para o cooperado, a sujeira da política impregnou na sociedade, e não pode adentrar para dentro da Complem que é o que garante o ganha pão de cada dia.

Joaquim Guilherme recentemente responde Ação Civil Pública Nº 5214307.93.2017.8.09.0024 por Improbidade Administrativa que, segundo o Ministério Público de Caldas Novas, utilizou dinheiro público e privilégios para abrir uma Faculdade de Medicina no município em 2015, apontando o então presidente da Complem como “dono” do estabelecimento de ensino, justamente em ano em que em que presidia a Cooperativa. A ação do Ministério Público  teria abortado mais uma iniciativa, que já possuía até lei aprovada com terreno doado pela Prefeitura de Caldas Novas.

Com todo esse contexto e experiência é que os produtores buscam formatar o consenso  e ele só existe sem Guilherme – e com o cooperado. Já Wellington Dias, pretenso dirigente da Complem, um jovem de 41 anos, com certa experiência administrativa, carregará o desafio de justificar a soma de político na administração da Complem e o apoio de Joaquim Guilherme para a chapa como sendo “Renovação”.