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julho segunda

A Assembleia Legislativa foi convocada extraordinariamente pelo governador Marconi Perillo (PSDB) para votação de três projetos relativos à repactuação de dívidas do Estado com a União, BNDES e Caixa Econômica Federal. As matérias foram protocoladas no início da noite de ontem. Após a chegada do ofício do Governador, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Vitti (PSDB), convocou os parlamentares para o período extraordinário, através de ato publicado no Diário da Assembleia de nº 12.661, que circulou nesta quinta-feira, 13. Segundo ele, o período durará até a conclusão da apreciação da pauta, composta por três matérias. A primeira sessão extraordinária será realizada nesta sexta-feira, 14, às 10 horas, no plenário Getulino Artiaga.

O presidente afirma já ter mantido contato com os 40 parlamentares da base aliada e da oposição para o atendimento da convocação extraordinária.  Vitti está confiante no comparecimento dos parlamentares e espera realizar as votações até a próxima terça-feira, 18. “Acredito que haverá quórum suficiente para deliberarmos, e se não houver pedidos de vista, podemos concluir as votações já na segunda-feira”, revelou.

O presidente reiterou que os deputados não receberão salários extras para comparecerem às sessões. “Até porque não existe previsão legal para esse tipo de pagamento”. Vitti disse ainda que o período de recesso dos parlamentares não será estendido por causa da convocação extraordinária. “A Casa vai retomar os trabalhos do segundo semestre no dia 01 de agosto, como já estava previsto", finalizou.  

Os processos

A convocação extraordinária da Assembleia Legislativa, confirmada pelo Governador, está respaldada pela urgência na aprovação de três projetos de interesse do Estado de Goiás na renegociação de operações de crédito com órgãos federais.

O primeiro processo de nº 2610/17 solicita autorização para o Poder Executivo Estadual celebrar termo aditivo aos contratos firmados com a União, ao amparo das leis federais nº 8.727, de 5 de novembro de 1993, e nº 9.496, de 11 de setembro de 1997, para adoção das condições estabelecidas pela Lei Complementar nº 156, de 28 de dezembro de 2016, regulamentada pelo decreto federal nº 9.056, de 24 de maio de 2017.

O aditivo, segundo Marconi Perillo, tem por objetivo garantir o alongamento do prazo para pagamento da dívida do Estado de Goiás em até 240 meses e para a troca do índice de correção monetária de IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna, da Fundação Getúlio Vargas), para IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, do IBGE), além da aplicação da redução da taxa de juros de 6% para 4% ao ano, o que geraria uma desobrigação mensal da ordem de R$ 12 milhões ao Tesouro Estadual.  “Tal alongamento – enfatiza o governador – eliminará o comprometimento de 15% da Receita Líquida Real (RLR) no pagamento do serviço da dívida.”

O segundo processo de nº 2611/17 diz respeito à autorização do Poder Legislativo para celebrar, também ao amparo do artigo 2º da Lei Complementar nº 156, de 28 de dezembro de 2016, de novos termos aditivos ao contrato do PROINVEST, sob nº 12.2.1361.1, firmado ao amparo da Lei nº 17.816, de 10 de outubro de 2012, todos ajustados com recursos do BNDES, ficando mantidas as garantias e contragarantias convencionadas originariamente. Os aditivos, na justificativa do Poder Executivo, têm também por objetivo o alongamento do prazo de pagamento dessas dívidas em até 240 meses, mantendo-se todas as condições dos contratos originais e aumentando a carência do montante principal da prestação mensal.

O terceiro e último processo de nº 2612/17 trata também de autorização da Assembleia Legislativa para celebrar aditivo ao contrato nº 0398089-64/2012, do Programa de Financiamento à Infraestrutura e Saneamento (FINISA), firmado com base na Lei nº 17.816, de 10 de junho de 2012, celerado com a Caixa Econômica Federal, ficando mantidas todas as garantias e contragarantias, A exemplo dos dois primeiros projetos, o objetivo é o mesmo: prolongar o pagamento dessa dívida em até 240 meses.

Fonte: Ascom

 Até o momento, 34 municípios conseguiram acessar recursos do programa por apresentarem as documentações em dia. Destes, 11 têm obras em andamento

 

Com recursos do programa Goiás na Frente em suas contas, 11 prefeituras já conseguiram viabilizar obras em suas cidades, iniciá-las ou retomá-las. Até o momento, 34 municípios acessaram os recursos por terem apresentado a documentação exigida por lei para efetivação dos convênios com o governo estadual. A maior parte das obras é de pavimentação asfáltica e rodoviária.

A definição do aporte de recursos e onde eles seriam aplicados foram feitos pelos prefeitos em conjunto com as populações de suas cidades. Dos 34 municípios, 22 já receberam o valor total acordado em convênio. Os outros 12 receberam a primeira parcela, e receberão em breve a segunda. De acordo com o secretário de Governo, Tayrone Di Martino, mais 20 cidades estão com processo em andamento, e devem receber suas primeiras parcelas na próxima semana, caso consigam dirimir os impedimentos legais.

Guarani de Goiás é um dos municípios que já receberam o valor integral destinado pelo Goiás na Frente. O município angariou R$ 1 milhão, e segue com a construção de um parque municipal no valor de R$ 652.391,72, cujas obras estão 58,55% prontas. A Prefeitura de Itapuranga também já obteve suas duas parcelas, no total de R$ 2 milhões, e aplica os recursos em pavimentação urbana. As obras estão 89,88% concluídas, com investimento de R$ 1.836.329,66.

Na lista das cidades que já receberam o valor total, Itumbiara está com obras de uma subestação de energia e de uma linha de transmissão em andamento. A Subestação Paranaíba está 26% concluída, e a Linha de transmissão Itumbiara - Paranaíba C2 está 46%. Gameleira de Goiás será beneficiada com a construção do trecho que liga a cidade ao município de Silvânia, na GO-437. As obras, com investimento de R$ 5.131.937,44, estão 86,86% concluídas.

A Prefeitura de Jaraguá investe parte do recurso que recebeu do Goiás na Frente na construção de uma quadra coberta em uma escola. A obra está no início, 10% pronta. O valor total será de R$ 450 mil. Nerópolis será atendida com a duplicação da GO-080 até a BR-153. A obra está 71,41% pronta. O investimento é de R$ 68.927.465,26.

Mossâmedes, Trindade, Itapaci, Luziânia e Nova América receberam a primeira parcela do Goiás na Frente. Mossâmedes vai ser beneficiada com a conclusão da duplicação da GO-070, que vai de Goiânia até a cidade de Goiás. Ela está 84,51% concluída.

Trindade é uma das cidades que vão aplicar os recursos em pavimentação asfáltica. O município vai investir R$ 929.656,07 na primeira etapa de pavimentação que já começou a fazer. Itapaci e Luziânia estão com obras em subestações de energia. Nova América será beneficiada com a construção de trecho na GO-334, até os entroncamentos da GO-164 e da GO-156. A obra está 35,49%.

A seguir, os municípios que já receberam a segunda parcela do Goiás na Frente: Acreúna (R$ 200 mil, de R$ 2 milhões); Aloândia (R$ 175 mil, de R$ 1 milhão); Cachoeira Alta (R$ 157.139,00, de R$ 1.571.388,00); Gameleira (R$ 166.667,00, de R$ 1 milhão); Guapó (R$ 250 mil, de R$ 2,5 milhões); Guarani de Goiás (R$ 200 mil, de R$ 1 milhão); Indiara (R$ 166.667,00, de R$ 1 milhão); Itapuranga (R$ 200 mil, de R$ 2 milhões); Itumbiara (R$ 500 mil, de R$ 5 milhões); Jataí (R$ 500 mil, de R$ 5 milhões); Jesúpolis (R$ 166.667,00, de R$ 1 milhão); Jussara (R$ 130 mil, de R$ 1,3 milhão); Maurilândia (R$ 200 mil, de R$ 2 milhões); Morro Agudo (R$ 166.667,00); Nerópolis (R$ 300 mil, de R$ 2 milhões); Padre Bernardo (R$ 300 mil, de R$ 3 milhões); Paraúna (R$ 200 mil, de R$ 2 milhões); Porteirão (R$ 175 mil, de R$ 1 milhão); São João D’Aliança (R$ 200 mil, de R$ 2 milhões); Turvelândia (R$ 140 mil, de R$ 700 mil); Uruaçu (R$ 300 mil, de R$ 3 milhões); Vianópolis (R$ 267.090,00, de R$ 3.205.071,00), e Jaraguá (R$ 279.860).

Receberam a primeira parcela: Goianira (R$ 412.500,00, de R$ 4.125.000,00); Ipameri (R$ 300 mil, de R$ 3 milhões); Mossâmedes (R$ 166.667,00, de R$ 1 milhão); Serranópolis (R$ 166.667,00, de R$ 1 milhão); Trindade (R$ 484.714,64, de R$ 4.847.146,00); Ceres (R$ 50 mil, de R$ 500 mil); Edéia (R$ 197.742,97, de R$ 1.977.429,00); Itapaci (R$ 200 mil, de R$ 2 milhões); Luziânia (R$ 1 milhão, de R$ 10 milhões); Santo Antônio de Goiás (R$ 166.667,00, de R$ 1 milhão); Nova América (R$ 84 mil, de R$ 500 mil).

 

   “Goiás conseguiu expandir o número de países com os quais faz negócios. Quando eu entrei no governo eram 50 países, hoje são 150”, arrematou Marconi

 A diversificação da economia goiana reflete nas exportações e Goiás, diferente de outros estados que amargam a pior crise dos últimos anos, está conseguindo manter o volume de exportações, de investimentos, de criação de empregos e ainda de atração de novas empresas. As exportações do Estado alcançaram US$ 3,381 bilhões no 1º semestre de 2017, crescimento de 0,11% em relação ao mesmo período do ano passado, quando as exportações foram de US$ 3,377 bilhões, superávit de US$ 1,765 bilhão. O governador Marconi Perillo implementa esse trabalho com uma política de industrialização, incentivos fiscais, realização de missões comerciais ao exterior e a aproximação com as embaixadas, recebendo vários embaixadores, para garantir mais aproximação, intercâmbio e melhoria no relacionamento.

No entendimento do secretário de Desenvolvimento, Francisco Pontes, o saldo positivo é fruto das “missões internacionais que temos empreendido. Nosso objetivo é criar, cada vez mais, ambientes de negócios lá fora”. As empresas no Estado exportaram 294 produtos diferentes para 106 países em junho/2017.

 A previsão é de que a balança comercial de Goiás alcance um total de comercialização de US$ 7 bilhões até o final do ano. “Neste primeiro semestre obtivemos nas exportações um acumulado de US$ 3,4 bilhões e o saldo comercial neste semestre já acumulou um superávit de quase US$ 2 bilhões, baseado nestes dados temos boas expectativas para o próximo semestre”, analisou superintendente Executivo de Comércio Exterior da Secretaria de Desenvolvimento (SED), William O’Dwyer.

 Para Francisco Pontes, os números divulgados refletem “a determinação e arrojo do empresariado, da energia e capacidade do trabalhador goiano. E, também, graças a um trabalho forte do governador Marconi Perillo na infraestrutura, educação, capacitação profissional, nos ajustes fiscal e das contas públicas, além a implementação de programas como o Inova Goiás e Goiás Mais Competitivo”.

 Produção de grãos - Mesmo com a Operação Carne Fraca e o fechamento do mercado americano para a carne in natura brasileira, Goiás conseguiu, além manter volume de exportações, aumentar as vendas de açúcar, soja e milho, com safra recorde de grãos. Segundo Francisco Pontes, “a balança comercial teve poucas oscilações e as carnes continuam sendo o segundo produto mais exportado por Goiás, com pequena retração em junho”. O complexo soja representa pouco mais de 50% da pauta de exortações.

 "Eu, particularmente, como governador de um Estado produtor de alimentos e de carne, me preocupei muito com todo aquele escândalo que, na minha opinião, foi um exagero muito grande. O que me tranquilizou foi a agilidade, a inteligência e a busca de unidade de esforços que levou à superação da crise, o que demonstra maturidade das autoridades brasileiras e, principalmente, dos responsáveis pelo agronegócio no país", frisou o governador Marconi Perillo.

 Principais compradores de Goiás - Os principais países que compram os produtos goianos são, em ordem crescente: China (US$ 1,3 bilhão), Países Baixos/Holanda (US$ 260 milhões), Rússia (US$ 142 milhões), Índia (US$ 131 milhões), Irã (US$ 127 milhões) e Coreia do Sul (US$ 109 milhões). "Nós somos privilegiados de termos um governador que criou políticas econômicas que têm atraído empresas para o Estado, gerando riquezas e empregos", ressaltou o presidente do LIDE em Goiás, André Rocha.

 Ao analisar o crescimento da economia goiana e a ampliação dos parceiros comerciais, Marconi pontuou que é urgente o incremento dos parques industriais brasileiros para que seja agregado valor à matéria-prima, o que contribui para a geração de empregos. “A nossa ênfase tem que ser na industrialização das nossas matérias-primas, como está acontecendo na China. Goiás conseguiu expandir o número de países com os quais faz negócios. Quando eu entrei no governo eram 50 países, hoje são 150. Mas é preciso investir ainda mais na industrialização das nossas riquezas. Nós não podemos continuar exportando apenas commodities. Temos que industrializar esses produtos porque é aí que estão os empregos”, arrematou.

Importações - As importações tiveram um incremento de 24% no período (1º semestre de 2017). O total das importações de junho somou US$ 287,3 milhões em Goiás, resultando na aquisição de 1.310 produtos de 62 países. Produtos farmacêuticos lideraram as importações no Estado, com US$ 83,4 milhões, totalizando 29% dos produtos adquiridos (19,72% a mais que em 2016). Adubos e fertilizantes aparecem em segundo lugar no ranking de produtos importados (22,95%), totalizando US$ 65,9 milhões. Em terceiro lugar, destacaram-se os veículos e suas partes, 11,18% das importações.

 

Amanda Victória Brusda, portadora de atrofia muscular espinhal 1 (AME), conseguiu, na Justiça goiana, o direito de receber o medicamento Spiranza (nusinersen), ou similar genérico, que ainda não pode ser comprado no Brasil e de altíssimo custo. As seis primeiras doses no primeiro ano de vida custam US$ 750 mil. A liminar, em mandado de segurança, foi concedida na segunda-feira (10) pelo desembargador Kisleu Dias Maciel Filho, que deu prazo de 48 horas para que a Secretaria da Saúde do Estado de Goiás providencie o remédio, “sob as penas da lei, conforme prescrição médica, que deverá ser entregue de forma contínua e imediata”.

Amanda tem menos de um ano de idade. Com cerca de dois meses, ela foi diagnosticada com a doença, assim que sua mãe, Bruna de Fátima da Silva Brusda, percebeu que ela engasgava quando era amentatada e tinha dificuldade de se alimentar como as outras crianças. Exames feitos, veio o diagnóstico: doença grave infantil de atrofia muscular espinhal proximal, caracterizada por fraqueza muscular grave e progressiva e hipotonia resultante da degeneração e perda dos neurônios motores inferiores da medula espinhal e do núcleo do tronco cerebral.

A doença é ligeiramente mais frequente em homens do que em mulheres. O início da doença ocorre antes dos 6 meses de idade (geralmente antes dos 3 meses). A fraqueza muscular grave (quase sempre simétrica), afeta primeiro os membros proximais e depois passam para as extremidades (mãos e pés). O choro é fraco. É frequente a redução da capacidade de sucção e de deglutição, levando a dificuldades de alimentação. Os reflexos tendinosos profundos estão ausentes. É comum a insuficiência respiratória. Contraturas leves (dos joelhos e, mais raramente, dos cotovelos), e escoliose podem estar presentes. Os doentes não são capazes de se sentarem sem apoio e nunca serão capazes de andar.

Diante desse quadro, Amanda enconta-se internada na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) do Hospital IGOPE, localizado no Parque Amazonia, sendo o seu tratamento todo feito através do Sistema Únicio de Sáude (SUS), observa os autos do mandado de segurança, cuja menor é represenbtada por sua mãe. Bruna entrou na Justiça porque não tem condições de bancar o tratamento de sua filha, cujo medicamenbto é de alto custo e não é regulamentado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Ela alegou que buscou uma solução adminsitrativa para o caso e requereu o fornecimento do medicamento à Secretaria Estadual de Sáude, devidamente protocolada em 28 de janeiro de 2017. Totavia, apesar da urgência e periclitante estado de saúde de sua filha, obteve a informação de que o receituário médico estava em desacordo com a norma do SUS e que o remédio não está na lista na Relação Nacional de Remédios (Rename), razão pela qual foi indeferida a solicitação.

Bruna sustentou que a sua filha necessita com urgência do medicamento solicitado e que a recusa do Poder Público em fornecê-lo “configura abuso de autoridade, ato ofensivo a direito líquido e certo da paciente, apto a ser corrigido nesta via mandamental, segundo reiterados julgados deste Tribunal de Justiça”.

Para o desembargador Kisleu Dias Maciel Filho, a prova documental acostada nos autos demonstra que a criança é portadora da doença mencionada e permite concluir que ela necessita do medicamento prescrito sob pena de risco à saúde e a sua vida. “Diante de tais argumentos, em juízo de cognição sumária, apropriada ao momento processual, tenho por relevantes os fundamentos invocados, aptos a autorizar a concessão da liminar pleiteada, sobretuto, considerando a gravidade do mal que acomete a impetrante e a urgência do medicamento solicitado”, arrematou o desembargador.

O caso da Amanda despertou a solidariedada e campanhas de mobilização, em redes socias, jornais e emissoras de TV de Goiânia. O empenho de todos diante da doença da menina e da falta de recursos de sua mãe, que mora em Goianira, e que vende jujuba nos semáforos da capital goianinese para o sustento da casa e também das passagens para ver todos os dias a filha no hospital, reúne anônimos e famosos como o jogador Neymar, o cantor Wesley Safadão, as duplas Humberto e Ronaldo, Jorge e Matheus, Bruno e Marrone, o DJ Alok, a apresentadora Amanda Françozo e o ex-BBB, Jonas Sulzbach.

Decisões como a de Amanda, obrigando o Poder Público - estadual e municipal, bem como planos de saúde a fornecer o Spinranza, único medicamento apto a tratar a Atrofia Muscular Espinhal, foram tomadas recentemente pelo Judiciário Brasileiro, a exemplo da Justiça de São Paulo (1ª Vara XI, de Pinheiros e Infância e Juventude de Araçatuba) e de Santa Catarina.

Fonte: Centro de Comunicação Social do TJGO

Compradores internacionais são unânimes ao afirmar que cotonicultura goiana está entre as melhores do mundo
 
Produtores e agentes do mercado internacional de algodão estiveram ontem, dia 12, em Goiânia, para conhecer a estrutura disponível para análise de qualidade da pluma produzida em Goiás. A Missão compradores 2017 veio conhecer o laboratório de análises da Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa), um dos maiores do Brasil, e que recebe amostras da produção de várias partes do país para análise.

Antes, a Missão esteve em Cristalina, onde conheceu a plantação da Fazenda Pamplona, que será palco para o Dia do Algodão 2017, na sexta-feira da próxima semana, dia 21. A programação pôde, assim, mostrar várias etapas do processo pelo qual o algodão passa até estar pronto para ser comercializado. Desde as técnicas de plantio certificadas pelos maiores selos de sustentabilidade nacional e internacional - Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR) e Better Cotton Iniciative (BCI) -, passando pela colheita totalmente mecanizada, até a análise e rastreamento dos fardos, os representantes internacionais puderam ver como o algodão produzido em Goiás atingiu índices de qualidade equivalentes aos melhores do mundo.

Richard Pollard é executivo da Ecom Trading, uma das maiores negociadoras mundiais de commodity de algodão, tem experiência com o Brasil e esteve na Missão Compradores de 2016. O trader vê uma atmosfera positiva este ano, sobretudo devido à boa quantidade de chuvas que ocorreram no período do plantio. “O clima melhorou a qualidade das lavouras e os produtores estão satisfeitos. Esta é uma oportunidade de cobrir os prejuízos do ano passado”, diz. Richard acredita que os diferenciais brasileiros para a cotonicultura são os grandes investimentos e o preparo dos produtores. Entretanto, Goiás ainda depende do preço do mercado externo. “O futuro é positivo e os produtores devem estar atentos nos preços globais para poderem ampliar a área plantada. Se a China aumentar a importação da pluma, os preços vão subir”, prevê.

Vice-presidente da Reinhart, outra trading internacional, Danny Van Namen acompanha a cotonicultura brasileira há 15 anos, “quando o Brasil ainda era importador de algodão”. Danny acredita que a evolução dessa cultura no país é revolucionária, “acima do imaginável”. “O mercado internacional já entendeu que não há como ignorar o papel do Brasil. A Austrália produz com qualidade, mas é muito mais dependente da água que o Brasil, que ganha em confiabilidade. Mas no final, tudo depende do preço”, enumera.

Além de depender menos dos recursos hídricos que outros importantes produtores, outro diferencial brasileiro é a capacidade de uma segunda safra no ano, podendo vender algodão no segundo semestre. Van Namen considera a produção goiana de algodão “extremamente eficiente”, e que muitos países não têm as ferramentas disponíveis à cotonicultura goiana. “Eles são mais amadores, não dá para comparar com o que ocorre aqui”, destaca. Danny cita o exemplo da Índia, onde a produção é basicamente familiar e para o próprio sustento. “Em vários países, o produtor não sabe o que ocorre com sua produção depois que é colhida, enquanto o produtor goiano se importa com a qualidade, a padronização e as análises técnicas, o que confere valor. Isso é muito levado a sério em Goiás”, resume.

Presidente da Agopa, Carlos Alberto Moresco vê com a Missão Compradores uma oportunidade de estabelecer um lugar de referência em qualidade e confiabilidade. “Os compradores saem de Goiás com as expectativas superadas. Eles realmente se surpreenderam com a tecnologia empregada em nosso processo produtivo. Este é um fato que nos deixa orgulhosos e com o sentimento de dever cumprido”, conclui.

A Missão seguiu nesta quinta-feira para o Mato-Grosso. A Missão Compradores 2017 termina na sexta-feira, dia 14, em SP.

Evento é realizado pela Associação da Parada do Orgulho GLBT de Goiás e conta com apoio da Prefeitura de Aparecida e do Ministério da Saúde.
 

 A cidade de Aparecida sedia no próximo domingo, 16 de julho, a 5ª Parada LGBT de Aparecida de Goiânia, com o tema “Amai-vos uns aos outros – Basta de LGBTfobia!”. A concentração será na Avenida Uru, esquina com a Avenida Rio Verde, próximo ao Buriti Shopping, a partir das 14 horas. A passeata está prevista para começar às 18 horas e percorrerá as ruas do bairro, com chegada prevista no mesmo local da concentração. O encerramento se dará às 21 horas.
 
O evento é realizado pela Associação da Parada do Orgulho GLBT de Goiás (APOGLBT-GO), organização não governamental sediada em Goiânia, com atuação em todo o Estado de Goiás. A associação atua na defesa dos direitos humanos e da cidadania; pela erradicação da discriminação, do preconceito e combate à violência; pela prevenção das DST/AIDS; e ainda pelo respeito ao meio ambiente.
 
A Prefeitura Municipal oferece apoio logístico ao evento, garantindo a organização do trânsito no local do evento; o reforço da segurança com a presença de guardas municipais; auxiliando na divulgação e esclarecimento à população. A parada também conta com apoio do Ministério da Saúde, por meio do Departamento Nacional de DST/AIDS, em articulação com instituições públicas locais.
 
De acordo com os organizadores, um dos objetivos do evento é conscientizar não apenas o público LGBT, mas toda a população sobre a necessidade de prevenção contra as doenças sexualmente transmissíveis e outros assuntos ligados à saúde, como direitos humanos e cidadania. Por isso, além das apresentações culturais previstas, o evento também fará um trabalho educativo, com distribuição de panfletos e orientações aos participantes.
 
A APOGLBT estima um público de dez mil pessoas e a ideia é que a parada se torne um momento de lazer, conhecimento e interação para toda a população, com grande alcance. Outra intenção dos organizadores é desfazer um equívoco recorrente, de que a parada LGBT se resume apenas a uma festa ou carnaval fora de época, e não uma manifestação política e pacífica para reivindicação de direitos básicos e políticas que contemplem a população LGBT brasileira.
 

Data: 16 de julho de 2017 (domingo).
Horário: a partir das 14 horas.
Local: Concentração na Avenida Uru, esquina com a Avenida Rio Verde – Vila São Tomaz (próximo ao Buriti Shopping).
Contatos: Francisco Mendes de Sousa, presidente da APOGLBT-GO (99176-5720/ 98530-5891)/ Marcos Silvério (98116-0070).

Com a chegada do inverno, as doenças respiratórias como asma, bronquite, faringite e renite alérgica se agravam. O acumulo de ácaros, enxofre, partículas de poeira e o crescente aumento de queimadas, ajudam a manter o clima com baixo nível de umidade, que, em Goiânia, apresenta índices que chegam apenas a 20%. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia e Estatística em Goiás (Inmet), o mínimo recomendado pelo Ministério da Saúde é de que a umidade esteja em 60%.

O período da tarde é o que registra a maior queda de umidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os índices entre 20% e 30% definem estado de atenção, devendo-se evitar a prática de exercícios físicos ao ar livre entre as 11h e 15h, se proteger do sol, consumir muita água e líquido e, se possível, frequentar áreas com vegetação.

Com a expertise de quem recebe todos os dias pessoas com queixas respiratórias, o gerente farmacêutico da rede de drogarias Santa Marta, Adriano Umbelino, dá dicas de como aliviar os sintomas.  ‘’Ambientes fechados ajudam no acumulo de fungos e ácaros, então o ideal é manter sempre os locais abertos e arejados’’, aconselha. O farmacêutico ainda afirma que, durante o dia, passar cremes hidratantes e usar o protetor solar, mesmo quando há pouco sol, ajudam a prevenir ressecamento e proteção da pele. Já o uso de lubrificantes nasais e colírios ajudam a evitar coceiras e ardências nas regiões do nariz e olhos.

Outra dica é utilizar o umidificador de ar. A gerente de negócios de higiene e beleza também da rede de drogarias Santa Marta, Cleide Máximo, é a responsável pela compra desse produto. “Sempre temos umidificadores no estoque, mas nessa época as vendas aumentam muito. Também há maior procura por medicamentos como antigripais e a indústria já se prepara para produzir mais, para atender a demanda nesse período”, explica.

A gerente ainda ressalta as novidades dos umidificadores mais modernos. Além de consumir menos energia, o barulho do motor é menor, sendo, consequentemente, mais silencioso do que os vendidos antigamente. A névoa também é mais intensa, tem maior durabilidade e o cliente não corre o risco de ter seu aparelho queimado caso a água acabe durante a noite, pois os novos modelos desligam automaticamente.

Contudo, o uso do aparelho exige cautela. Apesar de o umidificador de ar ser importante em dias de baixa umidade, é necessária atenção.  “Deixar o umidificador ligado o dia inteiro pode causar mofo, principalmente se a névoa estiver direcionada às cortinas e estofados. Porém, ele ainda é melhor do que o ventilador que, ao circular o ar, também faz a poeira circular, enquanto o ar condicionado deixa o ar ainda mais seco”, esclarece Cleide. Ela lembra ainda que métodos comuns, como usar toalhas molhadas e bacias d’água no quarto, também ajudam.

Conheça doenças respiratórias mais comuns

Rinite Alérgica

É uma reação alérgica que causa coceira, olhos lacrimejantes, espirros e outros sintomas similares. Segundo o Ministério da Saúde, a rinite pode ser considerada a doença de maior prevalência entre as doenças respiratórias crônicas e problema global de saúde pública, acometendo cerca de 20 a 25% da população em geral.

Embora com sintomas de menor gravidade, está entre as dez razões mais frequentes de atendimento em atenção primária em saúde. Ela afeta a qualidade de vida das pessoas, interferindo no período produtivo, podendo causar prejuízos por faltas no trabalho e na escola. Por ser uma doença sub diagnosticada pelos profissionais de saúde, e pelo fato de que nem todos os portadores de rinite procurem atendimento, há falta de controle dos sintomas.

Asma e Bronquite

Asma e bronquite são as principais vilãs do tempo seco. São doenças inflamatórias crônicas, ou seja, o pulmão do asmático ou brônquico já é mais inflamado do que o das pessoas normais. Como o ar chega menos filtrado, sobrecarrega o sistema respiratório.

Faringite

A faringite é uma inflamação na faringe, um órgão que fica na nossa garganta. Ela faz a ligação entre o nariz e a boca e também conecta a laringe ao esôfago. Quando a faringe está inflamada, a pessoa sente irritação, dor, coceira e desconforto na região.

As inflamações na faringe normalmente acontecem no inverno, quando o ar está mais seco e a população tende a se concentrar em ambientes fechados, com pouca ou nenhuma ventilação. Deste modo, as bactérias e os vírus entram pelas vias aéreas e causam doenças.

Nesta quarta-feira, 12 de julho, o prefeito Rogério Troncoso cumpriu extensa agenda de compromissos e audiências na capital federal, onde está mantendo contato com o senador Wilder Morais e com o deputado federal Célio Silveira. Ele está acompanhado do deputado estadual Chiquinho Oliveira, do presidente da Câmara Wellington Dias e do secretário de Saúde, André Luiz Mattos. O objetivo dos encontros é a apresentação de reivindicações do município para aquisição de recursos e convênios junto ao Governo Federal.

O diretor do Ministério da Saúde, Fernando Machado, recebeu em mãos reivindicações e elogiou o trabalho da Secretaria de Saúde de Morrinhos.  Na oportunidade, o senador goiano se comprometeu em trabalhar para a obtenção de recursos que permitam a administração municipal realizar mais investimentos na área de saúde no município.

O prefeito Rogério aproveitou à ida a Brasília e fez seus cumprimentos para a conterrânea e subprocuradora-geral da República, Raquel Elias Ferreira Dodge, indicada pelo presidente da República para ocupar a vaga de chefe da Procuradoria-Geral da República. A morrinhense está sendo sabatinada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

O deputado estadual Gustavo Sebba (PSDB) visitou o Centro Avançado de Diagnóstico da Mama (Cora), ligado ao Hospital das Clínicas (HC) da Universidade Federal de Goiás (UFG). Como vice-presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, o deputado foi recebido pelo Dr. Ruffo de Freitas Junior, coordenador do Programa de Mastologia do HC/UFG, e pela Márcia de Faria Veloso, psicóloga do Hospital das Clínicas e vice-presidente da Associação dos Portadores de Câncer de Mama (Apcam).

Durante a reunião foi discutido o fornecimento de equipamentos e de recursos financeiros para aprimorar o funcionamento do Centro de Mamotomia, inaugurado no final do ano passado e que é uma referência no diagnóstico e tratamento de câncer de mama, em Goiás. Outro ponto discutido diz respeito ao fornecimento do Kit de Agulhas, que custa mais de R$ 1.720 cada um, e que não são fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Gustavo Sebba já conversou com o secretário Estadual de Saúde, Leonardo Vilela, que se dispôs a viabilizar um convênio para o fornecimento dos kits. Mencionado pelos membros da unidade, o deputado se colocou a disposição para cobrar o cumprimento da Lei Municipal nº 8.395, de 28 de dezembro de 2005, que prevê repasses do município de Goiânia para a manutenção, por meio de convênio, do Programa de Mastologia do Hospital das Clínicas. O parlamentar pretende ainda analisar a possibilidade de apresentar projeto de lei semelhante na Assembleia Legislativa para que o Estado também possa disponibilizar recursos para ajudar no financiamento do Programa de Mastologia do HC.

Gustavo Sebba salientou a possibilidade de fornecimento de uma ambulância para o Centro Avançado de Diagnóstico da Mama e ainda a viabilidade de fornecer vale transporte para pacientes oncológicos. O parlamentar também orientou os representantes do Cora e da Apcam a procurarem as prefeituras municipais para a celebração de pactuação com os municípios de origem das pacientes em tratamento, o que poderia gerar receita financeira para a aplicação nas atividades desenvolvidas pelo Centro.

O deputado estadual já realizou audiências públicas para debater as necessidade da instituição e os impasses para tratamentos do câncer de mama. Desde então Gustavo Sebba se colocou a disposição para buscar as Parcerias Públicas Privadas (PPPS).
 

O novo posto possui capacidade para atender uma demanda mensal de até 14 mil pessoas

A construção da unidade de saúde do Parque Iracema, iniciada em novembro de 2014 e com previsão de inauguração no ano seguinte, foi interrompida ainda faltando muito para ser concluída. Prejuízo para os moradores da região, mas não por muito mais tempo.  A Prefeitura retoma as obras nesta quinta-feira, 13, e para demonstrar que o compromisso é para valer será realizada uma pequena solenidade, marcada para as 9h da manhã.

A unidade vai dispor de um espaço de área construída de 898,24m² e quatro equipes do Programa de Saúde da Família (PSF) - composta por um médico, uma enfermeira, um técnico de enfermagem, um dentista e um auxiliar de saúde bucal – prontas para atender a população. O novo posto vai atender uma demanda mensal de até 14 mil pessoas.

Em relação aos investimentos, os números são os seguintes: o custo inicial seria de R$ 875.338,59 (R$ 458.013,73 de recursos municipais e federais R$ 266.000,00). Mas não foram suficientes e foi feito aditivo de acréscimo no valor de R$ 147.192,90, mais um aporte de R$ 47.669,85. O valor final da obra será de R$ 1.068.201,32.
 
Serviço
Retomada das obras da unidade de saúde do Parque Iracema
Data: 13 de julho
Horário: 9h
Local: Rua dos Palmares, esquina com R. Marechal Deodoro – Parque Iracema

Fonte: Ascom 

Na ultima quarta feira, 12 de julho, o prefeito Rogério Troncoso cumpriu extensa agenda de compromissos e audiências na capital federal, onde está mantendo contato com o senador Wilder Morais e com o deputado federal Célio Silveira. Ele está acompanhado do deputado estadual Chiquinho Oliveira, do presidente da Câmara Wellington Dias e do secretário de Saúde, André Luiz Mattos. O objetivo dos encontros é a apresentação de reivindicações do município para aquisição de recursos e convênios junto ao Governo Federal.

O diretor do Ministério da Saúde, Fernando Machado, recebeu em mãos reivindicações e elogiou o trabalho da Secretaria de Saúde de Morrinhos.  Na oportunidade, o senador goiano se comprometeu em trabalhar para a obtenção de recursos que permitam a administração municipal realizar mais investimentos na área de saúde no município.

O prefeito Rogério aproveitou à ida a Brasília e fez seus cumprimentos para a conterrânea e subprocuradora-geral da República, Raquel Elias Ferreira Dodge, indicada pelo presidente da República para ocupar a vaga de chefe da Procuradoria-Geral da República. A morrinhense está sendo sabatinada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Fonte: Ascom

 

Alta da produção nos cinco primeiros meses de 2017 chegou a 1,5%, diante de 0,5% da média brasileira

A fabricação de produtos alimentícios, farmacoquímicos e farmacêuticos, de metalurgia e a extração mineral contribuíram para o avanço de 1,5% da indústria goiana nos primeiros cinco meses deste ano, superando em três vezes o índice da média nacional que ficou em 0,5%. Esses segmentos são o carro-chefe do setor em Goiás e comprovam, mais uma vez, que a economia goiana se desgarrou dos fatos políticos do cenário nacional e está crescendo graças ao esforço da iniciativa privada, com o apoio do governo Marconi Perillo, que está garantindo investimentos em infraestrutura e prossegue com a arrojada política de incentivos fiscais do Programa Produzir.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), divulgados na ultima  terça-feira (11/07), e compilados pela Gerência de Contas Regionais e Indicadores do Instituto Mauro Borges da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan), mostram que além do crescimento de 1,5% de janeiro a maio, em relação a igual período do ano passado, a indústria goiana também deu um salto de 0,8% em maio em relação a abril passado, seguindo a mesma trajetória registrada nos primeiros três meses deste ano. Destaca ainda que a indústria voltou a reagir já que em abril havia sido registrada a taxa negativa de -1,7%. Na mesma base de comparação a produção nacional cresceu 0,8%.    
Na análise, comparando os primeiros cinco meses deste ano com igual período do ano passado, das 10 atividades que compõem a pesquisa da indústria goiana 5 registraram queda em seu desempenho e as outras 5, crescimento. O principal impacto positivo sobre o total da indústria foi observado no setor de produtos farmacoquímicos e farmacêuticos (35,8%), na metalurgia (8,1%), na indústria extrativa (3,4%), e na indústria de transformação (1,4%) que tem a base na fabricação de produtos alimentícios (4%), explicados, sobretudo, pela maior produção de medicamentos no primeiro ramo, de minérios de cobre e pedras calcárias e de ferronióbio.

Tratamento gratuito nos postos de saúde do município ainda tem vagas disponíveis

Uma excelente oportunidade para quem quer largar o vício em cigarro ou outros tipos de dependência da nicotina, como cachimbos, charutos e narguilé, são as reuniões do grupo de Tabagismo, que funciona no município de Caldas Novas há 7 anos.

Já aconteceram esta semana duas reuniões, nos ESF Santa Efigênia e Itanhanga II e nesta quinta-feira, 13, acontece a terceira, no ESF do Setor Itaguaí III, a partir das 14h30. De acordo com Leidiane Macedo, enfermeira do ESF Itaguaí III, da comissão de Tabagismo, o tratamento e o acompanhamento são feitos por uma equipe multidisciplinar, entre médico, enfermeira, farmacêutica, psicóloga, nutricionista, fisioterapeuta e assistente social.

“Em um primeiro momento é realizada a abordagem comportamental do fumante, realizado teste de dependência química e apoio medicamentoso. O tratamento dura em torno de três meses, mas os pacientes são acompanhados conforme critério por 1 ano”, explica Leidiane.

Três novos grupos iniciam tratamento em julho. Quem quiser participar precisa procurar o posto de saúde mais próximo de sua residência e deixar o nome, telefone e endereço. É determinante que a iniciativa e a força de vontade partam de quem decide parar de fumar. “Estamos fechando as inscrições e apenas quem comparecer até a próxima semana ainda consegue participar do grupo de tabagismo de julho. Se você é fumante e quer largar o cigarro, compareça. É uma ótima decisão a se tomar em favor de sua saúde”, finaliza.

Quem fuma pode ficar dependente da nicotina, substância tóxica presente no tabaco que provoca uma série de doenças graves e fatais, como vários tipos câncer e complicações cardiorrespiratórias. Essa dependência química causada pela nicotina do cigarro e outros produtos como cachimbo, charutos, narguilé e outros é reconhecida como doença pela Organização Mundial da Saúde desde 1997. Além da nicotina, o alcatrão e o monóxido de carbono também são exemplos das cerca de 4.720 substâncias tóxicas existentes na fumaça do cigarro que trazem risco à saúde.

Projetado como uma plataforma digital, o novo empreendimento busca suprir a carência de veículos de comunicação com programação jornalística voltada para os públicos do agronegócio no País

 
Mundo agro. Esse é o negócio da web rádio Agromundi que foi lançada no mercado brasileiro, no início do mês de junho, com o objetivo de preencher uma lacuna encontrada no setor de comunicação brasileiro: a ausência de veículos de comunicação com programas jornalísticos especializados em agronegócio. A rádio entra no ar com uma programação composta por conteúdos jornalísticos exclusivos, produzidos por um time próprio de jornalistas, além de uma grade musical desenvolvida, por meio de pesquisas, especialmente para o público-alvo do segmento. O compromisso é levar informação, conteúdo técnico, opinião de especialistas e entretenimento 24 horas por dia e sem fronteiras.
A Agromundi trabalha diariamente no desenvolvimento de pautas jornalísticas diretamente relacionadas ao mundo agro de todas as partes do território nacional, mais especificamente dos Estados com peso no agronegócio. O foco da rádio é tornar-se a referência no agronegócio, o que deverá ser percebido pelos ouvintes logo nos primeiros meses de atividades da rádio. Durante o período das 6 horas até as 19h30, a grade de programação inclui três edições do “Jornal Agro News” e vários programetes informativos veiculado a cada hora cheia e a cada ½ hora, intercalados com música de qualidade para o perfil dos ouvintes.
Projeto pioneiro
O desenvolvimento do projeto, considerado pioneiro no Brasil e que conta com uma plataforma digital multimídia (http://www.agromundi.com.br), teve início no final do ano de 2012, e embasou-se na constatação de que a grande maioria dos veículos de comunicação voltados para o mundo agro trabalham com foco no entretenimento e reprodução musical, em sua maioria rádio locais “sertanejas”. Concluiu-se, então, que o setor do agronegócio necessitava de um veículo noticioso, que pudesse levar as principais informações da área para todas as partes do Brasil, principalmente áreas rurais.
“Após essa análise, iniciamos um trabalho de pesquisas online, além de diversos estudos com profissionais do segmento, como agrônomos, veterinários e empresários. Ao final do levantamento, concluímos que esses profissionais, por falta de informações divulgadas dentro do País, buscavam notícias em emissoras localizadas nos EUA e Inglaterra”, explica o consultor estratégico da Agromundi, Francisco Bueno.
O mercado brasileiro segue muito as tendências norte americanas, e por lá as pesquisas apontam um crescimento substancial no número de ouvintes em plataformas online, em todas as faixas etárias, como aponta a pesquisa Ifinite Dial 2017, realizada pela Edison Reserch em parceria com a Triton Digital. De acordo com o levantamento, o alcance desse tipo de veículo de comunicação entre os jovens chega a 87%, já entre os adultos a marca atinge 70%.
Agronews
De acordo com a editora-chefe dos radiojornais da Agromundi, Bárbara Majadas, o “Jornal AGRO NEWS” tem três edições diárias (6h, 12h e 18h) com duração inicial de 10 minutos. “No final de julho os programas passarão a ter 20 minutos de duração com apresentação das notícias mais importantes do Brasil e do mundo sobre o universo do agronegócio. “Vamos abordar assuntos que interferem no setor nas áreas da política, economia, mundo, situação das estradas e tempo e temperatura”, explicou a editora.
Mobile
A Agromundi considera sua consolidação na explosão da facilidade dos mobile, que acompanham o usuário noite e dia em seus deslocamentos, independentemente do local que esteja. Onde as informações reais e musicais serão eternos companheiros dos ouvintes. A rádio investiu na contratação de bons jornalistas para geração de conteúdo, entrevistas de grandes expressões do mundo agro e grandes parcerias com as entidades de classe referências no país, como o Sicoob, OCB-GO e Embrapa. “Com a conquista de ouvintes e acessos orgânicos, será possível viabilizar a sustentabilidade econômica por meio da comercialização de espaços publicitários”, explica Francisco Bueno.                                                                                      
Cada vez mais o universo digital ganha importância, com facilidade de acesso, seja por meio de desktop ou mobile. É uma realidade sem volta. Com a Agromundi não é diferente, além de forte atuação nas principais redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter), a rádio está desenvolvendo um aplicativo exclusivo que permitirá acessar os conteúdos de qualquer lugar. A previsão é de que o APP esteja disponível para download em meados de setembro.