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julho segunda

Com as ameaças constantes de Vilmar Rocha de abandonar a base caso não seja um dos candidatos ao Senado o PSDB vem articulando a indicação de uma chapa pura com José Vitti sendo vice de José Éliton. Vitti tem trânsito livre no meio dos deputados que representam o interior e é bem visto pela cúpula. Há também a possibilidade de o vice ser do PSD e aí a disputa seria entre Thiago Peixoto e Francisco Júnior.

O sírio Abdulbaset Jarour, 27 anos, tem experiência em administração de empresas e fala três idiomas: árabe, inglês e português. A moçambicana Lara Lopes, 33 anos, é da área de tecnologia da informação (TI) e fala inglês. Em comum, além da boa qualificação profissional, os dois estão refugiados no Brasil e enfrentam dificuldades para conseguir uma colocação no mercado de trabalho equivalente à formação educacional.

A campanha Talentos Invisíveis, da Agência das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) e do Programa de Apoio para a Recolocação do Refugiado (Parr), busca dar visibilidade a essas trajetórias para que eles sejam reconhecidos por suas potencialidades e valores ao disputar uma vaga.
A campanha conta com vídeos, fotos e currículos que reforçam as qualificações de pessoas como Lara e Abdul. No site Talentos Invisíveis [www.talentosinvisiveis.com.br] estão disponíveis os materiais de divulgação e há canais de contato para empregadores. Para ter acesso aos currículos, é necessário ser cadastrado no LinkedIn. Os dez participantes da campanha foram escolhidos por uma curadoria, mas outros cadastros podem ser acessados no programa de recrutamento Parr.

Enquanto Abdul, após três anos no Brasil, continua desempregado, Lara – no país desde 2013 – somente conseguiu uma colocação na área de TI há dois meses. “Quando cheguei aqui, eu consegui [trabalhar] como camareira, eu fiquei um ano. Quando você chega, o que quer é trabalhar. Quer se inserir”, apontou a moçambicana, que também já atuou em telemarketing e agora é estagiária de uma empresa de tecnologia. “Voltei para a faculdade há um ano. Aqui [no Brasil] não aceitaram o meu diploma”, acrescentou. O Brasil, em 2016, registrava 9.552 refugiados reconhecidos pelo governo federal.

Miguel Pachioni, assistente de informação pública da Acnur, acredita que faltam informações por parte dos contratantes sobre a condição de refugiado, o que resulta na construção de estigmas. “A gente não enxerga apenas uma pessoa que necessita de segurança, proteção, mas também de uma vida digna. Isso faz com que ela tenha que ter ao seu alcance a possibilidade de exercer e de contribuir para a sociedade que passa a integrar”, apontou. Para ele, o trabalho é uma forma digna de reconhecimento da capacidade cultural e intelectual dos refugiados.

Além das dificuldades já conhecidas para se inserir no mercado de trabalho, Abdul traz a marca da guerra no corpo, pois foi atingido por uma bomba quando atuava no Exército, o que deixou sua perna esquerda com sequelas. “Eu tenho a minha experiência, não sou orgulhoso, mas quero trabalhar com a minha cabeça, não com o meu corpo. Estou machucado”, relatou. A falta de emprego, no entanto, não é motivo para que ele fique parado. Atualmente, Abdul coordena voluntariamente, ao lado de outros estrangeiros, a organização não governamental África do Coração, e também dá palestras.

Ao receber apelo do prefeito de Carmo do Rio Verde, Delson José dos Santos (PSDB), para que ampliasse em mais R$ 500 mil o repasse de R$ 1 milhão do convênio do programa Goiás na Frente, dinheiro a ser aplicado em obras de pavimentação de um loteamento, o governador Marconi Perillo reiterou que está buscando, no Ministério das Cidades, uma maior participação do Estado de Goiás na divisão dos recursos do PAC das Cidades. Garantiu que o objetivo é aumentar o repasse de recursos do Goiás na Frente a todas as prefeituras “possibilitando aos prefeitos que possam fazer ainda mais por suas comunidades”.

Ao lado do vice-governador José Eliton e de lideranças locais e regionais, além de deputados e assessores do governo, Marconi esteve no final da manhã em Carmo do Rio Verde para assinar convênio com a Prefeitura no valor de R$ 1 milhão, recurso que será integralmente utilizado na recuperação asfáltica e também na pavimentação de ruas e avenidas de quatro bairros da cidade.

Elogiou o trabalho do prefeito Delson e apoiou a  decisão dele de pedir mais verbas para atender a necessidade da prefeitura por recursos destinados a obras de infraestrutura. “Pra gente ter sucesso na vida, não podemos ter preguiça e nem vergonha de pedir. Eu sou governador pela quarta vez porque eu trabalho muito, dou exemplo aos meus secretários e assessores e não tenho vergonha de ir a Brasília pedir pelo bem do povo de Goiás”, ensinou.

Delson dos Santos, por sua vez, disse que desenvolve um trabalho espelhado nas ações do governador. Segundo ele, “o que Marconi faz por Goiás serve de exemplo para o Brasil. Por isso, tento seguir o seu ritmo e os seus conselhos”.

O prefeito salientou que o povo de Carmo do Rio Verde tem “gratidão eterna” por tudo o que o governador já fez pelo município em suas administrações.

Ao comentar o pronunciamento de Marconi de que, no prazo legal irá deixar o comando do Estado nas mãos do vice-governador José Eliton até o término deste quarto mandato, Delson fez um compromisso de lealdade ao governador Marconi.

O governador informou que em breve, obedecendo ao programa de investimentos da Agetop, o Governo do Estado irá iniciar as obras de reconstrução da rodovia que liga Carmo do Rio Verde a Uruana. “A rodovia precisa de pouca intervenção. Ela não apresenta trechos com buracos e está relativamente bem conservada para um tráfego seguro. Mas mesmo assim vamos reformá-la e iluminá-la adequadamente”, finalizou.

A Série A do campeonato brasileiro de futebol entra neste fim de semana na 16ª rodada, faltando ainda três para terminar o primeiro turno, e 13 técnicos já foram demitidos até esta sexta-feira: quatro deles caíram na 15ª rodada, disputada na quarta-feira (19) e quinta-feira (20) desta semana: Roger Machado, do Atlético Mineiro; Pachequinho, do Coritiba; Alexandre Gallo, do Vitória; e Doriva, do Atlético Goianiense.

Com a realização da 16ª rodada, o número de demissões de treinadores brasileiros poderá aumentar, em caso de derrota ou até mesmo empate. Os jogos programados são, neste sábado: Vitória x Chapecoense e Flamengo x Coritiba; domingo: Santos x Bahia; Fluminense x Corinthians; Sport x Palmeiras; Avaí x Cruzeiro; Atlético Mineiro x Vasco; Atlético Paranaense x Ponte Preta e Atlético Goianiense x Botafogo; segunda-feira: São Paulo x Grêmio.

O líder da Série A é o Corinthians, com 37 pontos ganhos, seguindo do Grêmio, com 31; Santos, 27; e Flamengo, com 25. Na zona de rebaixamento estão: São Paulo, 15 pontos; Avaí, 14; Vitória, 12; e Atlético Goianiense, com oito pontos ganhos.

A Casa da Moeda do Brasil (CMB), que produz os passaportes, informou ontem (21) que a normalização da emissão dos documentos, suspensa pela Polícia Federal (PF) desde o fim de junho, deve demorar até cinco semanas e ainda pode ser impactado pelo volume de novas solicitações. Durante o período de suspensão, 175 mil pedidos de passaportes ficaram represados, segundo a PF, e agora serão processados por ordem cronológica.

Em nota, a Casa da Moeda informou que recebeu nesta tarde os arquivos com dados de pessoas solicitantes dos passaportes e que a fabricação será retomada imediatamente, com turnos extras a partir do começo da próxima semana.

“Por entender a importância da urgente normalização do serviço, a CMB vai trabalhar 24 horas por dia, sete dias por semana, a partir de segunda feira (24), arcando com custos extras para atender a todas as solicitações feitas pelos cidadãos nos postos da DPF durante os dias de suspensão”, diz a nota da instituição.

A emissão de passaportes foi interrompida no dia 27 de junho, por falta de dinheiro. O Ministério da Justiça informou que fez um repasse de crédito extra de R$ 102 milhões à Polícia Federal para regularizar o serviço.

Superintendente da instituição afirmou que suspensão de repasses ocorreu para equilibrar planilha de preços a pedido do TCU e CGU e que análises dos órgãos federais são normais e regulares em todo o país. Prefeito Iris Rezende pediu celeridade

O prefeito de Goiânia, Iris Rezende, se reuniu na última quinta-feira, 20, com a superintendente da Caixa Econômica Federal (CEF), Marise Fernandes, secretários municipais e representantes do consórcio responsável pelas obras do Bus Rapid Transit (BRT) Norte Sul de Goiânia para que obras do projeto sejam retomadas em caráter de urgência. A reunião ocorreu no Palácio das Campinas Venerando de Freitas Borges (Paço Municipal).

As obras do BRT foram paralisadas após suspensão do repasse de R$ 10 milhões por parte da CEF ao consórcio formado pelas empresas EPC e WGV. Durante coletiva de imprensa na manhã desta quinta-feira, 20, no Paço Municipal, a superintendente da Caixa em Goiás, Marise Fernandes, garantiu que não houve determinação da Controladoria Geral da União (CGU) ou mesmo do Tribunal de Contas da União (TCU) para paralisar as obras. “Foram feitos apontamentos de preços de itens e materiais que estão acima e outros que estão abaixo do preço. Decidimos, neste contexto, suspender o repasse para análises. Ação é normal e comum em todo país”, explicou.

A superintendente disse, ainda, que a obra está orçada em R$ 240 milhões. Deste montante, 22% já foram repassados pelo Governo Federal via Ministério das Cidades e recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). “Rapidamente o prefeito Iris Rezende convocou as partes envolvidas e determinou o empenho de todos para solucionar o impasse”, destacou Marise Fernandes.

Para o titular da Secretaria Municipal de Governo (Segov), Samuel Almeida, o importante é frisar que o preço do contrato em si não está superfaturado. “Buscaremos um consenso com a empresa e os órgãos controladores federias [CGU e TCU] e cumpriremos a determinação do prefeito Iris de retomar a obra de forma urgente, uma vez que as frentes de trabalho não deveriam sequer ter sido paralisadas”, pontuou.

Durante toda manhã, técnicos das empresas EPC e WGV ficaram reunidos com os secretários Samuel Almeida, Fernando Cozzetti (Infraestrutura), Ana Vitória Caiado (Procuradoria-Geral do Município) e Juliano Bezerra (Controladoria Geral do Município) para acordarem sobre os apontamentos feitos pelo TCU e CGU.

Em maio, a gestão Iris Rezende retomou as obras após negociar uma dívida de R$ 15 milhões referentes à contrapartida do município com o consórcio da obra. A previsão é que dentro de dois anos os 21 quilômetros do projeto em Goiânia e os sete em Aparecida de Goiânia recebam mais de 120 mil usuários por dia, em 28 bairros. Dessa forma, a população terá acesso rápido às regiões Norte e Sul da Capital. Ao todo, o BRT irá oferecer veículos articulados, paradas em 39 plataformas e seis terminais de integração.

Confira entrevista com Marise Fernandes, superintendente da Caixa Econômica Federal em Goiás:


A Controladoria não está acompanhando a obra desde o início?

O acompanhamento da Controladoria Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU) é regular em todos os processos. Neste momento, foi identificada uma necessidade de equilíbrio da planilha orçamentária de preços do contrato. Estamos reunidos aqui justamente para buscar esse equilíbrio com a empresa, Prefeitura de Goiânia e Caixa Econômica Federal. Em seguida, o parecer será submetido ao TCU e CGU, que vão deliberar sobre a continuidade.

O que ocorreu de fato?

Foram feitos apontamentos de desequilíbrio para mais e para menos e é preciso fazer esse ajuste. Dos preços dentro dos orçamentos da licitação que foram apresentados em 2014 foi identificado pela CGU e TCU um desequilíbrio orçamentário, com itens acima de preços de equipamentos, de materiais utilizados na obra e preços a menos. Nós, da Caixa, não podemos pagar a mais e a empresa não pode trazer o preço para baixo porque ela venceu um certame licitatório. Então no impasse, que vai orientar a solução, o encaminhamento é do TCU.

Por que só agora a CEF suspendeu? O projeto já tem dois anos.

São fases. O desequilíbrio foi apontado agora, recentemente. A obra já tem 22% de recursos liberados e nós estamos aguardando a definição desse impasse que acontece em obras do Brasil inteiro. Isso é normal, é natural. O TCU, a CGU e a CEF convivem muito bem e pacificamente com isso e vamos fazer esses ajustes sempre que forem necessários. Aconteceu aqui no BRT de Goiânia e nós vamos resolver.

A CEF tem uma equipe para identificar se existe irregularidades na obra?

Sim. A Caixa Econômica Federal fez e faz essa análise técnica e do cronograma financeiro da obra. Das etapas até aqui liberadas, o BRT tem 22% de recursos liberados. Está tudo regular.

Então houve um desentendimento entre a Caixa e CGU e TCU?

Não existe porque nós concordamos. Se nós discordássemos já teríamos liberado os recursos. Não liberamos e estamos esperando o resultado da medição para buscar o equilíbrio e fazer o pagamento.

A senhora acredita que esse entendimento pode acontecer em quanto tempo?

Não tenho previsão, mas vem para já, uma vez que o prefeito Iris Rezende nos chamou aqui e deu uma ordem expressa em um estado bastante firme para resolver.

Quanto é o valor do repasse que não foi feito. Agora é pra valer, a população pode confiar que vai sair essa obra.

Quero dizer que essa obra vai sair, vai ficar pronta, é uma obra grande. Temos todos os zelos em cada liberação. Esses problemas são normais, fazem parte do trâmite natural, mas vamos resolver e a obra ficará pronta.

Essa obra deveria ter sido entregue há muito tempo.

É um outro contexto. O governo federal e municipal mudaram, mas agora temos o empenho do prefeito Iris Rezende para resolver o impasse. O problema é normal. Tenho 35 anos de Caixa e esse tipo de impasse faz parte do trâmite de grandes obras, como é o caso do BRT.

Fonte: Ascom

 

As obras de pavimentação asfáltica realizadas pela Prefeitura de Morrinhos, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos (Sinap), beneficiam mais um setor de Morrinhos: Jardim Santa Terezinha, região conhecida por DNR. O asfalto novo está sendo aplicado pelas equipes e encontra-se em fase de imprimação. O bairro recebe cerca de 12mil m² de asfalto com recursos próprios do município.

O trabalho, que foi iniciado por determinação do prefeito Rogério Troncoso, proporcionará aos cidadãos trafegabilidade confortável e mais qualidade de vida para os moradores. As obras são executadas de segunda a sexta-feiras e contam com o apoio da Secretaria Municipal de Trânsito (SMT) para sinalizar e controlar o fluxo de veículos durante a realização dos serviços.

De acordo com Rogério, a prefeitura deve finalizar nos próximos 15 dias o asfalto novo. “O asfalto já é um marco importante da nossa administração e resultado de muita luta para investir recursos próprios na implantação de melhorias para a população”, afirmou o prefeito ao percorrer a pelas ruas para cumprimentar moradores e conversar com operários da obra.

Corporação realiza desde junho campanha que visa conscientizar sobre os perigos da mistura de cola com vidro moído passada nas pipas

A campanha Pipa Sem Cerol, realizada pela Guarda Civil Metropolitana (GCM), apreendeu 200 mil metros de linhas com cerol em Goiânia. A ação teve início no dia 20 de junho deste ano e prossegue com ações para conscientizar crianças, adolescentes e adultos sobre os perigos do uso da mistura de cola com vidro moído que é passada na linha das pipas e orientar a brincadeira de forma saudável.

O comandante da Guarda Civil Metropolitana, José Eulálio, apresentou um balanço parcial da campanha nesta quinta-feira, 20. De acordo com os números, além dos 200 mil metros de linha com cerol comum, foram apreendidas 107 latas e 24 carretéis de linhas chilena e da Indonésia, com poder cortante muito maior do que o cerol. “Estamos empenhados em orientar essa garotada sobre o perigo destes materiais, no entanto, sabemos que não é fácil desconstruir essa prática', afirmou. 

Segundo o comandante, até o momento não houve vítimas fatais na Capital. 'Mesmo assim os trabalhos continuam, lembrando que o encerramento oficial da campanha será no dia 4 de agosto, ás 8h, no Paço Municipal', lembrou. 

Fonte: Ascom Prefeitura de Goiânia 

O juiz Mateus Milhomem de Sousa, do 1º Juizado Especial Criminal de Anápolis, abriu edital de seleção para custeio de projetos que tenham finalidade social e sem fins lucrativos, nas áreas de assistência social, educação, cultura, esportes, saúde e segurança pública do Município de Anápolis. Os recursos, totalizando R$ 200 mil, são provenientes de prestações pecuniárias depositadas em conta vinculada ao Juizado e qualquer Instituição Pública ou Privada pode concorrer.

A instituição interessada deverá preencher o Formulário de Inscrição e o Termo de Responsabilidade, informando que não se encontra em mora ou em débito com qualquer órgão ou entidade da Administração Pública. O valor de cada projeto não poderá ser superior a 40 salários mínimos (R$ 37.480,00).

O projeto deverá ser protocolizado no balcão do Juizado Especial Criminal de Anápolis, localizado na Avenida Senador José Lourenço Dias, nº 1211, 4º andar, no Centro da cidade, das 13 às 18 horas, de segunda a sexta-feira. As inscrições vão do dia 1º ao 31 de setembro. No ato do protocolo, deverão ser entregues todos documentos exigidos no Edital. Confira o Edital

. (Fonte: Centro de Comunicação Social do TJGO)

Site “fake” com anúncio no Google gera boletos falsos de IPVA e Licenciamento. Detran-GO alerta que só emite boletos da Caixa Econômica Federal.


A população deve ficar atenta ao solicitar boletos pela internet. Um site se passando por Detran-GO tem causado prejuízos aos usuários ao gerar o documento falso. Quando o proprietário de veículo paga, o dinheiro vai para uma conta de uma outra instituição financeira e os débitos permanecem em aberto, visto que não há nenhuma ligação com a autarquia. O Detran-GO está acionando a Polícia Civil para que o caso possa ser apurado e os responsáveis pela fraude punidos.

Inicialmente, foi verificado que o domínio www.detranweb.com, que não pertence ao Detran-GO e cujo IP é de fora do Brasil, estava gerando boletos falsos. A Gerência de Tecnologia da Informação bloqueou a página, mas alerta que ela poderá ser reativada se os falsários mudarem o IP novamente. Por isso, os usuários que optarem por gerar boletos pela internet devem utilizar apenas o endereço do Detran-GO na rede, que é www.detran.go.gov.br. A autarquia não se responsabiliza por boletos ou documentos gerados em qualquer outro domínio.

Levantamento inicial mostra que ao pesquisar “Detran-GO, IPVA ou Licenciamento” no Google, as URLs que aparecem no topo da lista são de falsários. Isso se dá porque essas páginas são anunciadas, ou sejam, pagam para ir para o topo das pesquisas. Ao acessar, as páginas é feita uma simulação como se fosse no site do Detran-GO e gerado um boleto que só tem como diferença o código de barra e o banco.

O Detran-GO só utiliza dois tipos de documentos de cobrança: o Documento Único de Cobrança (DUA) e o Boleto, que é entregue na residência do proprietário ou pode ser retirado em uma unidade Vapt Vupt e no endereço eletrônico www.detran.go.gov.br. No caso do boleto, aparece a logomarca e o número da Caixa Econômica Federal. Todos os boletos referentes a serviços ou taxas do Detran-GO que estiverem ligados a outras instituições são falsos.
Serviço:
FALSO: www.detranweb.com e www.detranonline.com
VERDADEIRO: PÁGINA DO DETRAN-GO: www.detran.go.gov.br

 As bolsas são divididas entre os Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu sediados no Estado

Resultado do Programa de Bolsas de Pós-Graduação criado por iniciativa do governador Marconi Perillo, um total de 234 estudantes matriculados nos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu (PPGSS) sediados em instituições do Estado foram selecionados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) para receber, a partir deste ano, bolsas de formação em nível de Mestrado e Doutorado.

O resultado da Chamada Pública nº 03/2017 – Bolsas de Formação de Mestrado e Doutorado foi publicado no Diário Oficial do Estado de Goiás (DOE) nesta quinta-feira, dia 20 de julho. O Resultado Final pode ser conferido no link:  https://goo.gl/KQdYj3

A iniciativa busca fomentar a formação de recursos humanos qualificados e fortalecer os PPGSS do Estado de Goiás, recomendados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e implantados por iniciativa de Marconi. Do total de bolsas, 152 são destinadas a estudantes de Mestrado Acadêmico; 42 de Mestrado Profissional e 40 para estudantes de Doutorado.

As bolsas são divididas entre as instituições sediadas no Estado de Goiás, de acordo com o número de Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu (PPGSS). São contemplados, assim, alunos da Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Estadual de Goiás (UEG), Instituto Federal de Goiás (IFG), Instituto Federal Goiano (IF Goiano), Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), Centro Universitário de Anápolis – UniEvangélica, Universidade de Rio Verde (UniRV/Fesurv) e Centro Universitário Alves Faria (Alfa).

O número de bolsas concedidas aos PPGSS está condicionado ao limite de cotas previstas nesta Chamada, sendo até duas bolsas para os Programas que oferecem apenas a modalidade de Mestrado; uma bolsa para os Programas que oferecem apenas a modalidade de Doutorado; e uma bolsa de Doutorado e até duas bolsas de Mestrado para os Programas que oferecem as duas modalidades.

Os recursos para a concessão de bolsas são provenientes do Programa de Concessão de Bolsas de Pesquisa, Formação e Bolsas Tecnológicas (Fapeg Bolsas), com recursos do Tesouro Estadual. A bolsa de mestrado será concedida pelo prazo de 12 meses, no valor de R$ 1.350,00, podendo ser renovada de ofício pelo prazo máximo de até 12 meses.

Já a bolsa de doutorado será concedida pelo prazo de 12 meses, no valor de R$ 2 mil, podendo ser renovada de ofício pelo prazo máximo de até 36 meses. A renovação ou manutenção da bolsa dependerá do desempenho acadêmico por parte do bolsista.

A implementação da bolsa será feita por meio da assinatura do Termo de Concessão e Aceitação de Bolsa e do Plano de trabalho, que serão firmados entre a Fapeg, o proponente (bolsista), o orientador e o coordenador do PPGSS. As formas de liberação dos recursos, os direitos e as obrigações de cada um dos partícipes serão estabelecidos por meio deste documento, que também atesta ao bolsista sua comprovação da bolsa.

 Governador obteve do ministro Bruno Araújo garantia de repasses de recursos do programa para execução de obras nos municípios


 O governador Marconi Perillo acertou parceria inédita com o Ministério das Cidades para que os municípios de Goiás recebam aportes de recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento Infraestrutura (PAC). A garantia foi obtida por Marconi junto ao ministro Bruno Araújo, e os recursos começarão a ser liberados, segundo o titular do Ministério das Cidades, entre agosto e setembro próximos.

Assim como Marconi instituiu com o Goiás na Frente Municípios, os recursos serão repassados diretamente para as prefeituras executarem as obras. A influência do governador em Brasília tem assegurado o aporte de recursos de diversos ministérios da Esplanada para Goiás. O Ministério das Cidades é uma das pastas com o maior número de parcerias em andamento, com destaque para os investimentos em moradia popular, por meio da Caixa.

Marconi dá um passo adiante em prol dos municípios ao assegurar mais recursos federais para as prefeituras. "O ministro Bruno Araújo é um grande parceiro de Goiás e nos atendeu prontamente em prol dessa parceria estratégica com os municípios", disse Marconi.

Nos próximos dias, o governador e o ministro reunirão suas equipes para discutir os valores e as áreas dos investimentos a serem feitos. "É uma complementação importantíssima, que se soma aos convênios que estamos celebrando com todos os prefeitos", afirma Marconi.

Com o Goiás na Frente Municípios, o governador está celebrando convênios com todos os 246 municípios do Estado. Dos R$ 6,6 bilhões em recursos públicos reservados para o Programa Goiás na Frente, R$ 500 milhões do Tesouro Estadual estão sendo repassados diretamente para os municípios, para que os prefeitos licitem e executem as obras segundo as demandas locais.

Marconi está percorrendo o Estado desde o início de junho para entregar e anunciar obras executadas pela administração estadual e assinar os convênios. Nesta sexta-feira o governador percorre Santa Isabel, Rialma, Ceres, Carmo do Rio Verde, São Patrício, Uruana e Rianápolis. Somente nesta semana, o Marconi está autorizando a liberação de R$ 55 milhões para os convênios com os prefeitos.

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, questionou o patrimônio milionário do ex-presidente Lula após a revelação de que o petista teve mais R$ 9 milhões bloqueados em planos de previdência privada. O bloqueio foi revelado na quinta-feira (20/07) pela Brasilprev ao juiz Sérgio Moro. Para o senador, há incompatibilidade entre o patrimônio de Lula e a renda que pode ter acumulado no cargo da presidente.
“Me lembro bem que quando disputei a Presidência em 1989 e o confrontei em um debate. Lula me rotulou de latifundiário e candidato dos ricos. Hoje ele tem um patrimônio milionário que nem consegue explicar de onde veio. Não teve escrúpulo algum para corromper e assaltar o País”, lembrou.
Ronaldo Caiado também ironizou o suposto talento de Lula para acumular bens. “Se ele tem esse dom de transformar o salário de presidente em milhões, precisa ensinar essa mágica para os pobres que diz tanto defender. É mais um fato para consolidar o que o juiz Sérgio Moro falou: Lula é o político mais corrupto da história do Brasil”, afirmou.
Segundo matéria divulgada pelo O Globo, R$ 7,190 milhões estão depositados num plano de previdência empresarial de nome LILS Palestras, Eventos e Publicações, em aporte único em junho de 2014. O segundo é um plano individual de R$ 1,848 milhão.
Na opinião do democrata, há incoerência na crítica do presidente à reforma da previdência. “Lula é uma das vozes mais barulhentas contra a reforma da previdência mas investe o dinheiro do assalto ao País em previdência privada. Mais uma incoerência para sua longa lista”, disse.

Evento ocorrerá no dia 31 de agosto e deve contar com representantes da área de segurança pública, imprensa, movimentos sociais e outros setores da sociedade   

O Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) instaurou, no dia 30 de junho, inquérito civil para identificar as causas e os responsáveis por conflitos em manifestações sociais realizadas no território goiano. A investigação baseia-se em fatos relatados na imprensa regional e nacional sobre a primeira greve geral deste ano, ocorrida em 28 de abril, em que foram noticiadas práticas ilícitas diversas, como a depredação de patrimônio público e privado, bloqueio de ruas e rodovias com queima de pneus e formação de piquetes no acesso a veículos de transporte público.

Para a coleta de dados do caso, o inquérito determina a realização de audiência pública no dia 31 de agosto, na sede do MPF/GO. No evento, serão debatidas questões referentes a dificuldades, problemas e soluções, de acordo com os representantes dos órgãos e instituições que participarão do evento, sobre a organização e realização de manifestações sociais e protestos em Goiás, a fim de apurar ações ou omissões ilícitas da União, do Estado de Goiás, de organizações da sociedade civil e de movimentos sociais. As inscrições para a audiência pública poderão ser feitas entre os dias 1° e 20 de agosto (clique aqui e leia o edital).

Os órgãos e entidades notificadas a comparecer à audiência representam o setor de segurança pública (Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás e Superintendência Regional da Polícia Rodoviária Federal no Estado de Goiás), o setor privado (Confederação Nacional de Transportes, Confederação Nacional da Agricultura e Confederação Nacional da Indústria), a imprensa (Associação Brasileira de Imprensa e Associação Nacional de Jornais), os movimentos sociais (Movimento Brasil Livre e Vem pra Rua) e a União (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República).

Segundo o procurador da República Ailton Benedito, que cuida do caso, a partir das grandes manifestações sociais no Brasil, ocorridas em junho de 2013, deu-se início a histórico de conflitos entre manifestantes e forças de segurança pública, em que o cidadão tem sido prejudicado no exercício de seus direitos à integridade pessoal e patrimonial, à segurança pública, à locomoção, à associação e reunião pacífica e ao trabalho. “As populações das cidades atingidas não têm os seus mencionados direitos fundamentais sequer considerados, malgrado sejam sempre convocadas a pagar pelos prejuízos sofridos, direta ou indiretamente”, argumenta o procurador.

Clique aqui para ler a portaria que instaura o Inquérito Civil.